17/05/2007
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13h42
A Abla (Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis) e o Sindloc/SP (Sindicato das Empresas Locadoras de Veículos Automotores do Estado de São Paulo) rebateram, nesta quinta-feira, as acusações da operação "Rosa Negra", deflagrada nesta semana, que anunciou a fraude de mais de R$ 1 bilhão no IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) em São Paulo.
A suposta quadrilha, segundo a Sefaz-SP (Secretaria da Fazenda do governo do Estado de São Paulo), atuava registrando carros no Estado com placas do Paraná e Tocantins. No esquema, locadoras de carros utilizariam filiais fantasmas no Tocantins e Paraná para registrar veículos e pagar um tributo menor do que o cobrado em São Paulo.
Segundo nota da Abla e do Sindloc, a operação levantou acusações "infundadas". "Os veículos das empresas do setor de locação estão legalizados e regularizados, com todas as taxas e impostos pagos e em dia", dizem as entidades.
"As associadas da Abla no Estado de São Paulo, que emplacam veículos em outras unidades da federação, possuem filiais devidamente inscritas perante o Ministério da Fazenda, com endereços reconhecidos por Juntas Comerciais, Detrans, Receita Federal e Prefeituras Municipais, justificando legalmente o emplacamento dos veículos no domicílio de suas filiais", afirma o comunicado.
Segundo as entidades, "a escolha do Estado para o emplacamento é uma decisão administrativa que compete a cada uma das Locadoras. Não há nada neste procedimento que esteja em desacordo com a legislação vigente".
Fantasmas
Segundo reportagem publicada hoje pela Folha, o Ministério Público do Tocantins apurou que mais de cem locadoras e empresas com frota mantinham filiais fantasmas em um único endereço em Palmas (TO) para fugir do pagamento de IPVA. A maioria das empresas era de SP, de acordo com a investigação.
Quatro pessoas foram presas no Tocantins nesta semana acusadas de participação no esquema, incluindo sócios do despachante Rosa Negra, apontado como responsável pela abertura das filiais fantasmas. O governo estadual estima que 21 mil veículos tenham sido registrados de maneira fraudulenta no Estado através do golpe.
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Associação de locadoras de automóveis rebatem acusações de fraude
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da Folha OnlineA Abla (Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis) e o Sindloc/SP (Sindicato das Empresas Locadoras de Veículos Automotores do Estado de São Paulo) rebateram, nesta quinta-feira, as acusações da operação "Rosa Negra", deflagrada nesta semana, que anunciou a fraude de mais de R$ 1 bilhão no IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) em São Paulo.
A suposta quadrilha, segundo a Sefaz-SP (Secretaria da Fazenda do governo do Estado de São Paulo), atuava registrando carros no Estado com placas do Paraná e Tocantins. No esquema, locadoras de carros utilizariam filiais fantasmas no Tocantins e Paraná para registrar veículos e pagar um tributo menor do que o cobrado em São Paulo.
Segundo nota da Abla e do Sindloc, a operação levantou acusações "infundadas". "Os veículos das empresas do setor de locação estão legalizados e regularizados, com todas as taxas e impostos pagos e em dia", dizem as entidades.
"As associadas da Abla no Estado de São Paulo, que emplacam veículos em outras unidades da federação, possuem filiais devidamente inscritas perante o Ministério da Fazenda, com endereços reconhecidos por Juntas Comerciais, Detrans, Receita Federal e Prefeituras Municipais, justificando legalmente o emplacamento dos veículos no domicílio de suas filiais", afirma o comunicado.
Segundo as entidades, "a escolha do Estado para o emplacamento é uma decisão administrativa que compete a cada uma das Locadoras. Não há nada neste procedimento que esteja em desacordo com a legislação vigente".
Fantasmas
Segundo reportagem publicada hoje pela Folha, o Ministério Público do Tocantins apurou que mais de cem locadoras e empresas com frota mantinham filiais fantasmas em um único endereço em Palmas (TO) para fugir do pagamento de IPVA. A maioria das empresas era de SP, de acordo com a investigação.
Quatro pessoas foram presas no Tocantins nesta semana acusadas de participação no esquema, incluindo sócios do despachante Rosa Negra, apontado como responsável pela abertura das filiais fantasmas. O governo estadual estima que 21 mil veículos tenham sido registrados de maneira fraudulenta no Estado através do golpe.
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