22/05/2007
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17h22
com Folha Online
A diretora de ratings soberanos da agência de classificação de risco Standard & Poor's para a América Latina, Lisa Schineller, disse nesta terça-feira (22), na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos), que a instituição elevou os ratings de crédito soberano do Brasil neste ano observando que a perspectiva de classificação do país a longo prazo continua positiva.
Os ratings são notas estabelecidas por agências de classificação de risco (como a S&P) em relação à qualidade de crédito de um emissor de títulos, seja um governo ou uma empresa.
Segundo Lisa, as notas atribuídas ao Brasil refletem a contínua redução das vulnerabilidades fiscais e externas, a transformação que vem ocorrendo no mercado de capitais local e o histórico de compromisso do governo com "políticas pragmáticas". Ela citou ainda a expectativa de uma contínua evolução dos indicadores econômicos fiscais externos.
A última avaliação de risco soberano feita pela Standard & Poor's, no dia 16 de maio, elevou a nota do Brasil de "BB" para "BB+", deixando o país a um degrau da primeira nota do chamado grau de investimento ("investiment grade", o "BBB-").
A elevação do Brasil para a categoria de rating "BBB" é possível, segundo Lisa, mas não é garantida. Ela diz que os ratings do Brasil apóiam-se em uma estrutura macroeconômica consistente, instituições fiscais consolidadas e uma dívida governamental menos vulnerável às flutuações da taxa de câmbio.
Esses fatores, acrescentou, são restringidos, por enquanto, por uma elevada carga de endividamento e de juros do governo, pela inflexibilidade orçamentária e por fraquezas estruturais econômicas que limitam os investimentos e o crescimento econômico.
Especificamente sobre crescimento, ela destacou que ainda é baixo se comparado a outros países, observando também que o Brasil pode abrir mais sua economia para a exportação.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre a Standard & Poor's
S&P diz que há chance de Brasil alcançar grau de investimento em 2008
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da Agência Senadocom Folha Online
A diretora de ratings soberanos da agência de classificação de risco Standard & Poor's para a América Latina, Lisa Schineller, disse nesta terça-feira (22), na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos), que a instituição elevou os ratings de crédito soberano do Brasil neste ano observando que a perspectiva de classificação do país a longo prazo continua positiva.
Os ratings são notas estabelecidas por agências de classificação de risco (como a S&P) em relação à qualidade de crédito de um emissor de títulos, seja um governo ou uma empresa.
Segundo Lisa, as notas atribuídas ao Brasil refletem a contínua redução das vulnerabilidades fiscais e externas, a transformação que vem ocorrendo no mercado de capitais local e o histórico de compromisso do governo com "políticas pragmáticas". Ela citou ainda a expectativa de uma contínua evolução dos indicadores econômicos fiscais externos.
A última avaliação de risco soberano feita pela Standard & Poor's, no dia 16 de maio, elevou a nota do Brasil de "BB" para "BB+", deixando o país a um degrau da primeira nota do chamado grau de investimento ("investiment grade", o "BBB-").
A elevação do Brasil para a categoria de rating "BBB" é possível, segundo Lisa, mas não é garantida. Ela diz que os ratings do Brasil apóiam-se em uma estrutura macroeconômica consistente, instituições fiscais consolidadas e uma dívida governamental menos vulnerável às flutuações da taxa de câmbio.
Esses fatores, acrescentou, são restringidos, por enquanto, por uma elevada carga de endividamento e de juros do governo, pela inflexibilidade orçamentária e por fraquezas estruturais econômicas que limitam os investimentos e o crescimento econômico.
Especificamente sobre crescimento, ela destacou que ainda é baixo se comparado a outros países, observando também que o Brasil pode abrir mais sua economia para a exportação.
Especial


