08/08/2000
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09h52
A Terceira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) julga hoje recurso da socialite carioca Carmem Mayrink Veiga contra a massa falida do Banco Rosa S/A (liquidado extrajudicialmente pelo Banco Central em março de 1995), no qual ela tenta impedir a penhora do apartamento onde mora, na zona sul do Rio de Janeiro, e de outro situado na mesma rua.
A defesa da socialite alega que o Banco Rosa S/A a enganou, ao incluí-la como "devedora solidária" em contratos de financiamentos firmados por empresas do Grupo Mayrink Veiga.
A derrocada dos Mayrink Veiga começou em 95, quando vários bens da tradicional família carioca foram bloqueados e leiloados para pagar a dívida com várias instituições financeiras, como o Banco Rosa e o Banco do Brasil.
Na época da liquidação do Banco Rosa, a diretoria da instituição responsabilizou a família da socialite pela falência do banco.
Entre as transações financeiras com o Banco Rosa S/A estão nove contratos de mútuo, que em moeda norte-americana somam aproximadamente U$ 3,9 milhões, segundo o Grupo Mayrink Veiga. Os advogados do Grupo alegam excesso na execução e argumentam que já foram pagos, a título de amortização, U$ 4,3 milhões. Na ação de execução de título extrajudicial a massa falida do banco Rosa S/A cobra R$ 19,8 milhões.
As informações são da Assessoria do STJ.
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Carmem Mayrink Veiga tenta no STJ impedir penhora de seus bens
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da Folha OnlineA Terceira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) julga hoje recurso da socialite carioca Carmem Mayrink Veiga contra a massa falida do Banco Rosa S/A (liquidado extrajudicialmente pelo Banco Central em março de 1995), no qual ela tenta impedir a penhora do apartamento onde mora, na zona sul do Rio de Janeiro, e de outro situado na mesma rua.
A defesa da socialite alega que o Banco Rosa S/A a enganou, ao incluí-la como "devedora solidária" em contratos de financiamentos firmados por empresas do Grupo Mayrink Veiga.
A derrocada dos Mayrink Veiga começou em 95, quando vários bens da tradicional família carioca foram bloqueados e leiloados para pagar a dívida com várias instituições financeiras, como o Banco Rosa e o Banco do Brasil.
Na época da liquidação do Banco Rosa, a diretoria da instituição responsabilizou a família da socialite pela falência do banco.
Entre as transações financeiras com o Banco Rosa S/A estão nove contratos de mútuo, que em moeda norte-americana somam aproximadamente U$ 3,9 milhões, segundo o Grupo Mayrink Veiga. Os advogados do Grupo alegam excesso na execução e argumentam que já foram pagos, a título de amortização, U$ 4,3 milhões. Na ação de execução de título extrajudicial a massa falida do banco Rosa S/A cobra R$ 19,8 milhões.
As informações são da Assessoria do STJ.
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