29/08/2001
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13h32
da Folha Online
O desemprego atingiu de forma mais intensa as mulheres negras na segunda metade dos anos 90. Pesquisa divulgada hoje pela Fundação Seade mostra que a taxa de desemprego registrada entre as mulheres negras passou de 17,8% para 25,1% de 1995 para 2000. Isso significa um aumento de 41% na taxa de desemprego em cinco anos.
No mesmo período, o desemprego cresceu 35,9% entre as mulheres não-negras, passando de 13,9% para 18,9%.
Entre os homens, o ritmo de crescimento do desemprego foi menor do que o verificado entre as mulheres, independentemente da cor da pele. Para os não-negros, o desemprego passou de 10,2% para 13,2%, o que corresponde a um aumento de 29,1%.
Entre os não-negros, a variação foi menor ainda, de 27,5%. De 1995 para 2000, a taxa de desemprego para esse grupo avançou de 14,9% para 19%.
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FABIANA FUTEMAda Folha Online
O desemprego atingiu de forma mais intensa as mulheres negras na segunda metade dos anos 90. Pesquisa divulgada hoje pela Fundação Seade mostra que a taxa de desemprego registrada entre as mulheres negras passou de 17,8% para 25,1% de 1995 para 2000. Isso significa um aumento de 41% na taxa de desemprego em cinco anos.
No mesmo período, o desemprego cresceu 35,9% entre as mulheres não-negras, passando de 13,9% para 18,9%.
Entre os homens, o ritmo de crescimento do desemprego foi menor do que o verificado entre as mulheres, independentemente da cor da pele. Para os não-negros, o desemprego passou de 10,2% para 13,2%, o que corresponde a um aumento de 29,1%.
Entre os não-negros, a variação foi menor ainda, de 27,5%. De 1995 para 2000, a taxa de desemprego para esse grupo avançou de 14,9% para 19%.
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