Desemprego em SP tem menor taxa para mês de agosto desde 96
DEISE DE OLIVEIRA
da Folha Online
O desemprego na região metropolitana de São Paulo ficou estável em 15% em agosto, menor patamar para o mês desde 1996 (15,5%), segundo pesquisa da Fundação Seade e do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgada nesta quarta-feira.
Já a taxa de desemprego em seis regiões metropolitanas do país --Belo Horizonte, Distrito Federal, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo-- teve ligeira queda para 15,6% em agosto, ante taxa de 15,7% em julho, segundo os mesmos dados da PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego).
No mês passado, o contingente de desempregados nas seis regiões foi estimado em 3,027 milhões de pessoas, 16 mil a menos que em julho. As ocupações geradas (60 mil) foram em quantidade suficiente para absorver a entrada de pessoas no mercado de trabalho (44 mil).
Já o número de ocupados nas seis regiões foi calculado em 16,339 milhões de pessoas, e a PEA (População Economicamente Ativa) em cerca de 19,366 milhões.
Em Belo Horizonte, o recuo da taxa de desemprego em agosto, ante julho, foi de 4,1%, para 11,8%; em Recife, de 3,9%, para 19,5%; e em Porto Alegre, de 2,9%, para 13,4%. "Em Belo Horizonte, a indústria teve um peso muito forte com auto-peças e setor automotivo. O nível de ocupação subiu 5,1% na região metropolitana de Belo Horizonte", disse a técnica do Dieese Patrícia Lino Costa.
Na ponta oposta, houve aumento de 2,3% na taxa de desemprego do Distrito Federal (aos 18,1%), e em Salvador, subiu 1,4%, para 21,8%. Em São Paulo, o índice ficou estável, aos 15%.
São Paulo
No mês passado, o contingente de desempregados foi estimado em 1,531 milhão de pessoas em São Paulo --4 mil a mais do que em julho. Segundo o Dieese e a Seade, o comportamento é resultado de pequenas oscilações positivas na PEA (mais 28 mil pessoas) e no número de ocupados (24 mil).
"O índice de desemprego está caindo, mas a expectativa era que viesse mais baixo que os 15%. E isso não ocorreu por conta de movimentos tímidos na ocupação, não pela índustria, que vem crescendo, mas pelo comércio que caiu mais uma vez e pelo serviço, que é muito forte e ficou estável", explicou o coordenador técnico da equipe de análise da Fundação Seade, Alexandre Loloian.
Em agosto, o nível de ocupação (8,675 milhões) em São Paulo cresceu 0,3% em relação ao mês anterior (8,651 milhões). Por setor, a indústria registrou expansão do nível ocupação pelo terceiro mês seguido, de 4,6%. O comércio, por outro lado, verificou o sexto resultado negativo consecutivo, de 1,6%, e o setor de serviços ficou praticamente estável, com leve alta de 0,1%.
Renda em queda
Em São Paulo, o rendimento médio real dos ocupados e assalariados recuou pelo terceiro mês consecutivo. A renda dos ocupados caiu 1,4% de junho para julho, para R$ 1,092 mil, e a dos assalariados, 1,7%, para R$ 1,153 mil. Em relação ao ano passado, os rendimentos médios reais de ocupados e assalariados recuaram 6,5% e 6,3%, respectivamente.
Já no conjunto das seis regiões, entre junho e julho de 2007, o rendimento médio real dos ocupados e o dos assalariados registrou queda de 0,9% e 1,1%, respectivamente. Em valores monetários, os rendimentos passaram a R$ 1,043 mil e R$ 1,114 mil.
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Especial


Que manchete ridicula eh essa?? Desemprego aumenta mas vai melhorar???
Pelo amor de Deus...desemprego aumenta e ponto...quando melhorar vcs fazem outra reportagem com a manchete: "Desemprego diminui"
Tudo isso eh medo da patrulha petista??
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Quer dizer, somos enganados e rimos disso. Tmaos mais para Hiena que para cidadãos de uma nação com potencia de liderar o mundo ou fazer parte da cupula mundial. Haja visto que elegemos um torneiro mecanico com nove dedos que consegui perder o dedo mindinho em um torno, onde as facas são fixas e o que roda é o que será cortado.
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As universidades públicas brasileiras são de boa qualidade e, obviamente, todos querem o melhor para si e a seleção é o vestibular.
O que o governo deveria fazer seria dar um bom ensino médio para todos,conforme diz a Constituição Federal.(inclusive saúde e segurança)
Culpa não do "playboy", não é do "branco rico", "branco pobre", "negro rico", "negro pobre".
É somente do governo federal. (Governos passados e o atual)
Diferenças sempre haverão, não tem jeito.
Dai sorte de quem é usineiro, ganhador da mega-sena, herdeiro.Dai não tem jeito.
Eduardo.
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