Dinheiro
02/10/2007 - 09h03

IPC-S recua em quatro de sete capitais, informa FGV

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da Folha Online

Houve desaceleração na alta dos preços em quatro das sete capitais do país pesquisadas pela Fundação Getúlio Vargas, no período de quatro semanas encerrado no dia 30 de setembro. O IPC-S teve variação de 0,23%, número 0,02 ponto percentual abaixo da apuração anterior.

O IPC-S de Brasília teve variação de 0,17% ante 0,35% da leitura anterior. Em Porto Alegre, o IPC-S registrou deflação de 0,20% ante alta de 0,10% na apuração antecedente. Já em Recife, o índice teve alta de 0,37% ante 0,75% na quadrissemana encerrada no dia 22. E finalmente, em São Paulo, o IPC-S variou de 0,15% para 0,07%.

O índice de preços da FGV acelerou nas capitais: Rio de Janeiro (de 0,39% para 0,47%), Salvador (de 0,01% para 0,21%) e Belo Horizonte (de 0,31% para 0,44%).

Em São Paulo, a desaceleração foi provocada veio do grupo Habitação, com influência principal de tarifa de eletricidade residencial (variação de 0,17% ante 0,80% na leitura anterior), gás de bujão (de 1,77% para 0,64%) e tarifa de telefone residencial (estável ante uma alta de 0,43% na apuração anterior).

No Rio, houve pressão em cinco das sete classes de despesas pesquisadas. A Fundação destaca a pressão exercida nos preços do grupo Vestuário (alta de 1,47% na última leitura ante 1,17%) e Transporte (variação negativa foi de 0,25% ante deflação de 0,47% na coleta de preços anterior).

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Comentários dos leitores
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Hoje é o desejo da maioria dos BRASILEIROS ter um carrinho na garagem, só que este desejo está ficando caro e muitos não aguentam o rojão e com isso fiacam com o nome sujo e se complicam tudo. sem opinião
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Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
É incrível como a popularidade de Lula se mantém com tamanha carga Tributária, IPVA, multa, taxas, pedágios etc... E ainda por cima o descompromisso para com projetos como o GNV. Hoje o preço do gas natural para veículos jogou por terra todo o investimento. Toda a indústria de peças e equipamentos e a rede de serviços desenvolvida em torno do GNV, de repente se vê orfã. Gente que fez plano de vida em torno disso vendo seus planos, que foram baseados em premissas apresentadas pelo governo, dando com os burros n'agua! O álcool que à época era caro pela irresponsabilidade do mesmo governo, hoje embora o custo elevado, ainda é mais em conta que o GNV. E os consumidores que acreditaram e transformaram seus carros para este combustível estão aí se fu... porque o governo não está nem aí para isso. Apenas o baixo custo do GNV justificava todo o transtorno da transformação que vai desde o peso e tamanho do equipamento até a menor performance do motor convertido e a obrigatoriedade da Inspeção Veicular cuja taxa antes R$80,00 hoje é de R$110,00 e se retirar, pasme! R$160,00. Também tem a validade de 5 anos para o cilindro cujo teste para revalidação antes era feito por R$80,00 e hoje!! R$250,00, sem falar em toda a burocracia que se enfrenta, e que é muito maior se você resolver retirar essa arapuca!
Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Discordo.
Quem mata mais são os maus condutores dos automóveis.
São pessoas despreparadas, sem nenhuma condição de conduzir um veiculo.
O carro não tem culpa nenhuma, pois, é uma máquina.
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