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Dinheiro
04/10/2007 - 08h56

Inflação do IGP-DI desacelera para 1,17% em setembro, diz FGV

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da Folha Online, no Rio

A inflação medida pelo IGP-DI desacelerou em setembro. Segundo a FGV (Fundação Getúlio Vargas), o índice de preços apurou alta de 1,17% ante 1,39% em agosto.

No ano, a alta acumulada chega a 4,44% e nos últimos 12 meses a 6,16%. Os preços desaceleraram no atacado e no varejo.

O IPA (Índice de Preços por Atacado), que detém o maior peso do índice, registrou aumento de 1,64%. No mês anterior, a taxa alcançou 1,96%. O índice relativo a Bens Finais apresentou elevação de 0,45%. No mês anterior, a taxa foi de 0,49%. A principal contribuição para a desaceleração partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 3,39%, em agosto, para 1,33%, em setembro.

O índice do grupo Bens Intermediários registrou variação de 0,41%, em setembro, ante 0,70%, em agosto. O destaque ficou por conta do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa de variação passou de 0,41% para -0,11%.

No estágio das Matérias-Primas Brutas, a taxa de variação recuou de 6,31%, em agosto, para 5,36%, em setembro. Os destaques no sentido descendente foram: bovinos (5,11% para -2,23%), leite in natura (13,85% para 3,72%) e aves (5,47% para 0,16%). Em sentido oposto, vale mencionar: soja em grão (8,06% para 12,64%), milho em grão (12,29% para 18,18%) e mandioca (6,33% para 11,50%).

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) registrou taxa de 0,23%, abaixo da apurada no mês de agosto, de 0,42%. A maior contribuição para a desaceleração partiu do grupo Alimentação (0,99% para 0,19%), cujos destaque foram: laticínios (5,38% para -1,35%), hortaliças e legumes (2,77% para -3,24%), panificados e biscoitos (1,37% para 0,21%) e carnes bovinas (2,93% para 1,64%).

Também registraram decréscimos itens como tarifa de telefone residencial (1,44% para 0,00%), artigos de higiene e cuidados pessoais (0,81% para -0,41%) e no terceiro, a contribuição partiu do item cervejas (0,88% para -0,64%).

Em contrapartida, registraram acréscimos em suas os grupos: Vestuário (-0,26% para 1,21%) e Transportes (-0,45% para -0,31%).

O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) registrou, em setembro, taxa de 0,51%, acima do resultado do mês anterior, de 0,26%. Somente Materiais apresentou acréscimo e passou de 0,16%, em agosto, para 0,79%, em setembro.

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Comentários dos leitores
celso assis (83) 10/12/2009 08h29
celso assis (83) 10/12/2009 08h29
Alguma coisa está errada, pois o indice indica diminuição dos alugueis, e na pratica eles estão subindo.
Depois os proprietarios reclamam qdo propões-se aumento no IPTU. Ora se os preços dos imóveis subiram é lógico que o Imposto tb suba, pois ele é uma porcentagem sobre o valor venal ou não.
sem opinião
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José Alberto (230) 04/12/2009 11h03
José Alberto (230) 04/12/2009 11h03
Com certeza essa inflação mentirosa do governo lulala não coloca em seus calculos o que pagamos em comida, gasolina, aluguel, algumas mordomias que são obrigações do governo nos dar como saude digna,desenvolvimento, e o recuso dessa classe que nos rouba a de politicos e juizes que não lhe são cobrados IR e quando pagam são irrisórios ou pela metade, e os rombos feitos pelo bndes em nossa economia, o governo declara ajuda a bancos no IR e será que coloca isso como divida ativa, duvido, e se colocar o povo é que paga, e por que será que muitos orgãos não pagam IR, ex: sindicatos, igrejas, pac com obras super faturadas, bolsa miseria,mst, ongs principalmente as estrangeiras, então se somar tudo isso com certeza nossa inflação beira ai os 50% ano e lulala e sua equipe quer nos convencer que ´só 5%, então por que o banco central com o manteiga junto não baixa os juros do copom para 5% tb, e por que será que bancos brasileiros mantem um taxa de juros a mais alta do mundo pois não adianta nos comparar com paises mais podres do que o nosso e sim cuidar do nosso o que os governantes não fazem e nos mantem na miseria ..... 1 opinião
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Alziro Ribeiro da Silva (54) 26/11/2009 16h10
Alziro Ribeiro da Silva (54) 26/11/2009 16h10
Hoje é o desejo da maioria dos BRASILEIROS ter um carrinho na garagem, só que este desejo está ficando caro e muitos não aguentam o rojão e com isso fiacam com o nome sujo e se complicam tudo. 2 opiniões
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