Otimismo global mantém dólar a R$ 1,79, menor taxa desde 2000
EPAMINONDAS NETO
da Folha Online
A moeda americana segue em queda nos negócios desta quinta-feira. O dólar comercial é negociado a R$ 1,791 para venda, com retração de 0,72% na véspera do feriado.
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) também opera com marcas históricas. O Ibovespa, indicador que acompanha as ações mais negociadas, sobe 1,01% e bate inéditos 63.833 pontos. O volume financeiro é de R$ 3,17 bilhões. Nos EUA, as Bolsas locais também operam em níveis recordes: o Dow Jones, índice de referência mundial, ultrapassa a barreira dos 14.166 pontos.
O otimismo global, que faz o dólar desvalorizar aqui e diante de outras moedas, é alimentado por uma nova rodada de indicadores positivos nos EUA: o déficit comercial caiu para seu menor nível desde janeiro, com exportações recorde; um decréscimo no total de pedidos de auxílio-desemprego.
Os indicadores reforçam a percepção de que a economia americana não está à beira de uma recessão. Ao mesmo tempo, investidores continuam a apostar que o Federal Reserve (banco central dos EUA) vai continuar a reduzir a taxa de juros básicos do país ainda neste mês.
Internamente, profissionais de mercado também encontram motivos para o dólar cair: todas as perspectivas apontam para a continuidade do fluxo de recursos para o país. A balança comercial brasileira continua superavitária, isto é, as exportações continuam maiores que as importações; e o país ainda é o destino de investidores estrangeiros, interessados nas marcas históricas da Bolsa de Valores.
Economia global
O otimismo dos investidores teve seu principal estímulo quando o Fed (o banco central dos EUA) reduziu os juros básicos da economia americana, em setembro. Ainda em agosto, a autoridade monetária mostrou que estava disposta a tomar medidas drásticas para evitar uma recessão na maior economia do planeta, injetando bilhões de dólares no sistema bancário, para evitar um crise de contração de crédito.
Essa mudança de humor --do pânico para o otimismo-- tem resistido a várias "provas de fogo": bancos que divulgam balanços ruins e alguns indicadores econômicos desfavoráveis. Essa resistência tem como base a expectativa de que o Fed vai promover uma nova rodada de juros mais baixos, em sua reunião no final deste mês.
O mercado também sustenta seu bom humor sobre as perspectivas positivas da economia global, algo já admitido pelo próprio Fed em documentos recentes. Embora analistas contem com uma desaceleração da economia americana, esperam um crescimento pelo menos moderado na Europa e na Ásia. Também há um sentimento mais favorável quanto as economias emergentes.
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Especial


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eles sabiam que seus títulos não tem fundo, mas os espalharam ao propósito pelo mundo todo.
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os trocavam por títulos bons de países sérios, justamente para não ficarem sozinhos se a fraude fosse descoberta.
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os americanos estão queimando as reservas financeiras de centenas de milhões de pessoas no mundo todo que nada tem a ver com o Império do Mal.
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estão obrigando os governos de muitos países tirarem o dinheiro que era para ser investido em saúde, educação, salários, estradas, etc. para repor as poupanças queimadas da população pelos bandidos americanos.
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aqui, na nossa realidade, a inflação vai subir e as coisas ficarão mais caras para pagarmos com isso a irresponsabilidade criminosa dos estados unidos.
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uma corte internacional deve ser formada para julgar e condenar os estados unidos e seus dirigentes pagarem reparações e indenizações de trilhões de dólares, equivalentes à destruição econômica que estão causando ao mundo, assim como foi feito com a alemanha nazista em 1945.
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