06/11/2001
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13h25
da Folha Online
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), da USP, já acumula alta de 6,21% no ano. Nos últimos 12 meses, a inflação acumulada em São Paulo é de 6,43%.
Com a variação positiva de 0,74% em outubro, contra uma previsão de inflação de 0,50%, mais a projeção de 0,20% em novembro, o IPC-Fipe deve fechar 2001 com inflação de 6,5%, segundo o coordenador da pesquisa, Heron do Carmo.
Na previsão anterior, Heron do Carmo apontava um índice em torno de 6% para o ano.
Em dezembro, segundo ele, a inflação deve ficar próxima de zero. ''Em São Paulo, geralmente não há efeito de sazonalidade do vestuário no mês de dezembro'', disse.
Heron destaca também que no último mês do ano já há previsões de safras para boa parte dos alimentos. "No ano passado, dezembro não teve inflação zero por causa do reajuste dos combustíveis''. Em dezembro de 2000, o IPC registrou alta de 0,26%.
A única preocupação para o final deste ano, segundo Heron, é a possibilidade de haver um reajuste no preço dos remédios. ''Se fala em algo proximo a 3%'', disse.
Para 2002, o economista projeta inflação em torno de 5% em São Paulo, contando com uma economia mais aquecida.
O IPC-Fipe mede a inflação no município de São Paulo, levando em consideração a faixa de renda familiar entre 1 e 20 salários mínimos.
Na opinião de Heron do Carmo, a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE, índice usado pelo governo no cálculo das metas de inflação, também deve ficar acima do esperado. A meta de inflação para 2001 é de 4%, com dois pontos percentuais de tolerância para cima ou para baixo.
A expectativa do mercado para inflação neste ano, medida pelo IPCA, subiu de 6,65% para 6,67%, segundo pesquisa diária do Banco Central com instituições financeiras divulgada na segunda-feira. A expectativa para 2002 também subiu, de 5% para 5,04%.
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Fipe já projeta inflação de 6,5% para este ano
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IVONE PORTESda Folha Online
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), da USP, já acumula alta de 6,21% no ano. Nos últimos 12 meses, a inflação acumulada em São Paulo é de 6,43%.
Com a variação positiva de 0,74% em outubro, contra uma previsão de inflação de 0,50%, mais a projeção de 0,20% em novembro, o IPC-Fipe deve fechar 2001 com inflação de 6,5%, segundo o coordenador da pesquisa, Heron do Carmo.
Na previsão anterior, Heron do Carmo apontava um índice em torno de 6% para o ano.
Em dezembro, segundo ele, a inflação deve ficar próxima de zero. ''Em São Paulo, geralmente não há efeito de sazonalidade do vestuário no mês de dezembro'', disse.
Heron destaca também que no último mês do ano já há previsões de safras para boa parte dos alimentos. "No ano passado, dezembro não teve inflação zero por causa do reajuste dos combustíveis''. Em dezembro de 2000, o IPC registrou alta de 0,26%.
A única preocupação para o final deste ano, segundo Heron, é a possibilidade de haver um reajuste no preço dos remédios. ''Se fala em algo proximo a 3%'', disse.
Para 2002, o economista projeta inflação em torno de 5% em São Paulo, contando com uma economia mais aquecida.
O IPC-Fipe mede a inflação no município de São Paulo, levando em consideração a faixa de renda familiar entre 1 e 20 salários mínimos.
Na opinião de Heron do Carmo, a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE, índice usado pelo governo no cálculo das metas de inflação, também deve ficar acima do esperado. A meta de inflação para 2001 é de 4%, com dois pontos percentuais de tolerância para cima ou para baixo.
A expectativa do mercado para inflação neste ano, medida pelo IPCA, subiu de 6,65% para 6,67%, segundo pesquisa diária do Banco Central com instituições financeiras divulgada na segunda-feira. A expectativa para 2002 também subiu, de 5% para 5,04%.
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