06/11/2001
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16h30
da Folha Online
Os produtos básicos, principalmente os alimentos, não devem ter altas significativas no próximo mês, segundo o coordenador da Pesquisa de Preços da Fipe, Heron do Carmo.
Ele explica que os produtos básicos geralmente têm movimentos mais flexíveis nos preços. "O fato de os alimentos terem subido bastante em outubro não significa que haverá uma extrapolação nos preços nos meses seguintes", disse.
Segundo Heron do Carmo, o processo de aumento de preços mais significativos, como ocorreu com os alimentos em outubro, evita repetições de elevações no futuro.
O grupo alimentação foi o que mais subiu no mês passado, com variação positiva de 1,57%. A alta foi puxada, principalmente, pelos produtos semi-elaborados, que subiram 3,48%. O destaque ficou com o aumento no preço da carne, de 7,4%, e do arroz, de 9,50%.
Os subgrupos relacionados à alimentação registraram as seguintes variações em outubro: industrializados (+0,77%), produtos in-natura (+0,90%) e alimentação fora de domicílio (+0,47%).
Por grupos, as variações foram as seguintes: habitação (+0,55%), alimentação (+1,57%), Transportes (+0,56%), despesas pessoais (+0,67%), saúde (-0,14%), vestuário (+0,72%) e educação (+0,11%).
Alimentos não devem repetir alta em novembro, diz Fipe
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IVONE PORTESda Folha Online
Os produtos básicos, principalmente os alimentos, não devem ter altas significativas no próximo mês, segundo o coordenador da Pesquisa de Preços da Fipe, Heron do Carmo.
Ele explica que os produtos básicos geralmente têm movimentos mais flexíveis nos preços. "O fato de os alimentos terem subido bastante em outubro não significa que haverá uma extrapolação nos preços nos meses seguintes", disse.
Segundo Heron do Carmo, o processo de aumento de preços mais significativos, como ocorreu com os alimentos em outubro, evita repetições de elevações no futuro.
O grupo alimentação foi o que mais subiu no mês passado, com variação positiva de 1,57%. A alta foi puxada, principalmente, pelos produtos semi-elaborados, que subiram 3,48%. O destaque ficou com o aumento no preço da carne, de 7,4%, e do arroz, de 9,50%.
Os subgrupos relacionados à alimentação registraram as seguintes variações em outubro: industrializados (+0,77%), produtos in-natura (+0,90%) e alimentação fora de domicílio (+0,47%).
Por grupos, as variações foram as seguintes: habitação (+0,55%), alimentação (+1,57%), Transportes (+0,56%), despesas pessoais (+0,67%), saúde (-0,14%), vestuário (+0,72%) e educação (+0,11%).

