Dinheiro
05/12/2007 - 08h19

Alimentos mantêm pressão e inflação em SP sobe para 0,47% em novembro

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da Folha Online

A inflação no município de São Paulo teve alta de 0,47% em novembro, maior resultado mensal do IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP) desde o registrado em julho deste ano, quando a alta foi de 0,55%, e alta expressiva em relação a outubro, quando houve ligeira variação positiva de 0,08%. Também trata-se da maior taxa para o mês desde 2004. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira.

A alta nos preços dos alimentos foi o fator que mais pesou no resultado deste mês. O índice da categoria Alimentação teve alta de 1,75%, maior desde o índice final de junho, quando houve elevação de 1,90%. No fim de outubro, o índice havia registrado alta de 0,24%.

O índice da categoria Habitação manteve-se negativo, em deflação de 0,15%, contra deflação de 0,03% no fim de outubro. O indicador final, no entanto, ficou acima do registrado na terceira quadrissemana de novembro, quando a deflação foi de 0,32%.

A categoria Vestuário passou de deflação de 0,35% para uma alta de 0,55% (maior desde a segunda quadrissemana de maio, quando houve alta de 0,58%). A categoria Transportes também teve avanço expressivo, indo da ligeira variação positiva de 0,05% com que encerrou o mês de outubro para 0,50% no fim de novembro (maior desde a terceira quadrissemana de maio, quando houve a mesma taxa de variação).

O indicador de Despesas Pessoais teve alta, mas manteve-se negativo, passando de deflação de 0,42% para deflação de 0,25%. O índice da categoria Educação teve ligeira variação para cima, passando de 0,02% no fim de outubro para 0,03% no mês passado.

A categoria Saúde registrou alta, passando de 0,46% em outubro para 0,63% no mês passado.

O IPC da Fipe mede a variação dos preços no município de São Paulo de famílias com renda até 20 salários mínimos.

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Comentários dos leitores
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Hoje é o desejo da maioria dos BRASILEIROS ter um carrinho na garagem, só que este desejo está ficando caro e muitos não aguentam o rojão e com isso fiacam com o nome sujo e se complicam tudo. sem opinião
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Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
É incrível como a popularidade de Lula se mantém com tamanha carga Tributária, IPVA, multa, taxas, pedágios etc... E ainda por cima o descompromisso para com projetos como o GNV. Hoje o preço do gas natural para veículos jogou por terra todo o investimento. Toda a indústria de peças e equipamentos e a rede de serviços desenvolvida em torno do GNV, de repente se vê orfã. Gente que fez plano de vida em torno disso vendo seus planos, que foram baseados em premissas apresentadas pelo governo, dando com os burros n'agua! O álcool que à época era caro pela irresponsabilidade do mesmo governo, hoje embora o custo elevado, ainda é mais em conta que o GNV. E os consumidores que acreditaram e transformaram seus carros para este combustível estão aí se fu... porque o governo não está nem aí para isso. Apenas o baixo custo do GNV justificava todo o transtorno da transformação que vai desde o peso e tamanho do equipamento até a menor performance do motor convertido e a obrigatoriedade da Inspeção Veicular cuja taxa antes R$80,00 hoje é de R$110,00 e se retirar, pasme! R$160,00. Também tem a validade de 5 anos para o cilindro cujo teste para revalidação antes era feito por R$80,00 e hoje!! R$250,00, sem falar em toda a burocracia que se enfrenta, e que é muito maior se você resolver retirar essa arapuca!
Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Discordo.
Quem mata mais são os maus condutores dos automóveis.
São pessoas despreparadas, sem nenhuma condição de conduzir um veiculo.
O carro não tem culpa nenhuma, pois, é uma máquina.
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