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Dinheiro
05/12/2007 - 13h06

Preços disparam e Fipe projeta inflação de 4,44% para 2007

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DEISE DE OLIVEIRA
da Folha Online

A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP) projeta que o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) feche o ano com inflação de 4,44%, bem acima da previsão anterior de 3,6%.

A Fundação revisou suas estimativas já que a inflação de novembro foi acima do esperado (de 0,47% ante estimativa de 0,21%) e também devido às expectativas para a inflação de dezembro (projeção de 0,88%): todos os grupos de itens apurados devem ter índices de preços superiores ante novembro.

"As previsões refletem os movimentos de novembro, que trouxeram o IPC muito acima do 0,21% previsto, fazendo que aumente a expectativa de inflação para dezembro e para o ano", disse o coordenador da pesquisa, Márcio Nakane.

O grupo alimentação, que voltou a pressionar o índice em novembro --com alta de 1,75%, a maior desde o mês de junho, quando foi de 1,90%-- deve repetir o desempenho em dezembro, com expansão de 2,35%. Os destaques ficam por conta de carne bovina e produtos in natura (verduras e batata, especialmente).

"Preocupa em termos de perspectivas é que [a inflação de] alimentação está muito alta ainda na ponta [do produtor], com variação de 3,5%, ante 1,7% na apuração anterior. O índice de alimentação ainda vai estar elevado em dezembro", disse Nakane.

Para o grupo habitação, a Fipe estima inflação de 0,13% em dezembro, ante deflação de 0,15% em novembro; para transportes, de 0,87% ante 0,5% no mês anterior; e para despesas pessoais, inflação de 0,60% ante deflação de 0,25%.

O grupo saúde deve registrar variação positiva de 0,82% em dezembro contra 0,63% em novembro; vestuário, de 0,65% ante 0,55%; e por fim, educação, de 0,05% ante 0,03% em novembro.

2008

Para 2008, Nakane projeta IPC de 4% ao ano. "A inflação de 2008 está ainda toda para ser feita. Essa estimativa é uma declaração de confiança na atuação do Banco Central", disse Nakane.

O coordenador da Fipe, que presta assessoria técnica para a diretoria do BC, afirmou que deve se desvincular no próximo dia 26.

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Comentários dos leitores
José Alberto (222) 04/12/2009 11h03
José Alberto (222) 04/12/2009 11h03
Com certeza essa inflação mentirosa do governo lulala não coloca em seus calculos o que pagamos em comida, gasolina, aluguel, algumas mordomias que são obrigações do governo nos dar como saude digna,desenvolvimento, e o recuso dessa classe que nos rouba a de politicos e juizes que não lhe são cobrados IR e quando pagam são irrisórios ou pela metade, e os rombos feitos pelo bndes em nossa economia, o governo declara ajuda a bancos no IR e será que coloca isso como divida ativa, duvido, e se colocar o povo é que paga, e por que será que muitos orgãos não pagam IR, ex: sindicatos, igrejas, pac com obras super faturadas, bolsa miseria,mst, ongs principalmente as estrangeiras, então se somar tudo isso com certeza nossa inflação beira ai os 50% ano e lulala e sua equipe quer nos convencer que ´só 5%, então por que o banco central com o manteiga junto não baixa os juros do copom para 5% tb, e por que será que bancos brasileiros mantem um taxa de juros a mais alta do mundo pois não adianta nos comparar com paises mais podres do que o nosso e sim cuidar do nosso o que os governantes não fazem e nos mantem na miseria ..... sem opinião
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Alziro Ribeiro da Silva (50) 26/11/2009 16h10
Alziro Ribeiro da Silva (50) 26/11/2009 16h10
Hoje é o desejo da maioria dos BRASILEIROS ter um carrinho na garagem, só que este desejo está ficando caro e muitos não aguentam o rojão e com isso fiacam com o nome sujo e se complicam tudo. 2 opiniões
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Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
É incrível como a popularidade de Lula se mantém com tamanha carga Tributária, IPVA, multa, taxas, pedágios etc... E ainda por cima o descompromisso para com projetos como o GNV. Hoje o preço do gas natural para veículos jogou por terra todo o investimento. Toda a indústria de peças e equipamentos e a rede de serviços desenvolvida em torno do GNV, de repente se vê orfã. Gente que fez plano de vida em torno disso vendo seus planos, que foram baseados em premissas apresentadas pelo governo, dando com os burros n'agua! O álcool que à época era caro pela irresponsabilidade do mesmo governo, hoje embora o custo elevado, ainda é mais em conta que o GNV. E os consumidores que acreditaram e transformaram seus carros para este combustível estão aí se fu... porque o governo não está nem aí para isso. Apenas o baixo custo do GNV justificava todo o transtorno da transformação que vai desde o peso e tamanho do equipamento até a menor performance do motor convertido e a obrigatoriedade da Inspeção Veicular cuja taxa antes R$80,00 hoje é de R$110,00 e se retirar, pasme! R$160,00. Também tem a validade de 5 anos para o cilindro cujo teste para revalidação antes era feito por R$80,00 e hoje!! R$250,00, sem falar em toda a burocracia que se enfrenta, e que é muito maior se você resolver retirar essa arapuca!
Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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