Banco terá de informar em propaganda custo total de financiamento
ANA PAULA RIBEIRO
da Folha Online, em Brasília
As instituições financeiras terão de deixar claro aos seus clientes o custo efetivo de uma operação de crédito. A medida, que faz parte das resoluções anunciadas hoje pelo governo para a regularização de tarifas bancárias, obriga também que esse custo efetivo conste dos informes publicitários das operações destinadas à aquisição de serviços e bens, como a compra de um veículo financiado.
O objetivo é evitar que uma instituição anuncie financiamentos a taxas de juros reduzidas e, no ato do contrato, inclua tarifas como a tarifa de abertura de crédito, o que encarece o custo efetivo do financiamento. A regra vale também para os contratos de arrendamento mercantil (leasing). Para o consumidor, essa regra facilitará a comparação de taxas entre instituições.
A divulgação da CET (custo efetivo total) é uma das medidas informadas hoje pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) e que foram anunciadas pelo ministro Guido Mantega (Fazenda) e pelo presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Ela será obrigatória só a partir do próximo ano.
Até o dia 3 de março de 2008, as instituições financeiras deverão divulgar o custo efetivo total (CET) de uma operação de crédito, que deverá ser expressa em taxa percentual ao ano.
A CET deverá considerar o fluxo das liberações de recursos e de pagamentos, juros, tributos, tarifas, seguros e outras taxas cobradas do cliente. Essa taxa deverá constar das propagandas feitas pelas instituições financeiras.
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Especial



Isso se chama "cala boca".
O Banco do Brasil para aumentar a sua oferta de crédito precisa trocar pelo menos os burocratas com poder de decisão nas áreas relacionadas a concessão de limite a micro, pequenas e médias empresas.
Só assim as coisas vão andar...
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Normalmente o crédito aqui, vai para quem não precisa de dinheiro.
O problema que vivemos agora, é muito mais de falta de confiança, do que de falta de dinheiro...
As pessoas de forma geral, tem receio em assumir novas dívidas, sem ter alguma noção do que vem pela frente.
E mesmo com essa "queda nos juros", o custo do dinheiro, ainda é absurdamente alto e inviabiliza o crescimento acelerado da economia.
Menos juros, sempre é bom;
Mas não é o bastante...
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Bancos - Seguradoras - Financiadoras - Planos de Saúde.
Existe um quinto mas esse não é um Cavaleiro, é o Comandante, é o Capetão: O governo e seus impostos insanos.
Onde está o Apocalipse? O Apocalipse está no seu bolso. E faz tempo, não é meu amigo? Que lástima!
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