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Dinheiro
11/12/2007 - 10h01

Produção de suínos cresce 3,3%, mas aftosa prejudica exportação

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CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio

A produção brasileira de suínos aumentou 3,3% em 2006, em comparação com o ano anterior. O efetivo total chegou a 53,2 milhões de unidades, indica a Pesquisa da Pecuária Municipal, divulgada nesta terça-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O Brasil ocupa a quarta posição entre os produtores de suínos no mundo, atrás de China, União Européia e Estados Unidos.

O número de porcas criadeiras subiu 1,1%, chegando a 4,6 milhões de cabeças existentes ao fim de 2006.

A exportação de carne suína teve queda de 16,4% em relação a 2005. O principal motivo foi a ocorrência de febre aftosa no Mato Grosso do Sul e no Paraná, que resultou na restrição do produto imposta pela Rússia. Ao mesmo tempo, o Brasil conseguiu ampliar as vendas para Hong Kong e Cingapura, o que resultou na redução do impacto do embargo por parte da Rússia.

O município de Uberlândia (MG) manteve-se como o principal produtor, com 588.203 mil unidades, 9,9% acima das 489.885 mil cabeças registradas no ano anterior. A cidade de Toledo (PR), que ocupava o segundo lugar (356.272 mil) em 2005, caiu para o quarto lugar no ano passado (402.177 mil).

O município paranaense foi ultrapassado pelas cidades catarinenses de Concórdia, que subiu do terceiro lugar em 2005 para a vice-liderança no ano passado, com 513.249 mil cabeças; e Seara, que com um rebanho de 444.360 mil cabeças, passou do quarto para o terceiro lugar.

 

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