15/11/2001
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19h24
Os investidores estrangeiros estão descobrindo que as economias de Brasil e Argentina são diferentes, disse hoje o presidente Fernando Henrique Cardoso, em uma entrevista à rádio Senado.
Ele assegurou que a percepção dos investidores com os quais falou durante recentes viagens a Europa e Estados Unidos é de que o Brasil já não depende de capital especulativo como dependeu no passado.
Para o presidente brasileiro, os investidores estrangeiros se deram conta de que o Governo está mantendo a capacidade de decidir, tomar iniciativas e reacionar as dificuldades, inclusive diante de crises como as vividas este ano.
Fernando Henrique referia-se à crise energética, a desvalorização do Real (de mais de 30% este ano) e o esfriamento da economia internacional, sem contar os efeitos da crise na Argentina.
Com relação à reunião da Organização Mundial do Comércio, em Doha (Qatar), ele disse que o Brasil conseguiu uma vitória com a aceitação de sua proposta para a quebra das patentes de medicamentos em casos de crises humanitárias.
Investidor estrangeiro já diferencia Brasil e Argentina, diz FHC
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da Folha OnlineOs investidores estrangeiros estão descobrindo que as economias de Brasil e Argentina são diferentes, disse hoje o presidente Fernando Henrique Cardoso, em uma entrevista à rádio Senado.
Ele assegurou que a percepção dos investidores com os quais falou durante recentes viagens a Europa e Estados Unidos é de que o Brasil já não depende de capital especulativo como dependeu no passado.
Para o presidente brasileiro, os investidores estrangeiros se deram conta de que o Governo está mantendo a capacidade de decidir, tomar iniciativas e reacionar as dificuldades, inclusive diante de crises como as vividas este ano.
Fernando Henrique referia-se à crise energética, a desvalorização do Real (de mais de 30% este ano) e o esfriamento da economia internacional, sem contar os efeitos da crise na Argentina.
Com relação à reunião da Organização Mundial do Comércio, em Doha (Qatar), ele disse que o Brasil conseguiu uma vitória com a aceitação de sua proposta para a quebra das patentes de medicamentos em casos de crises humanitárias.

