26/11/2001
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13h23
da Folha Online
O mais longo período de expansão da economia norte-americana terminou em março, que perdeu espaço para uma recessão que se estende até hoje.
Esta é a conclusão do NBER (Serviço Nacional de Pesquisa Econômica, na sigla em inglês), que tradicionalmente determina as datas oficiais para o início e fim de cada de período de recessão no país.
"O comitê está satisfeito de que a contração total na economia é suficiente para definir a determinação de que uma recessão está em curso", disse o comitê em um comunicado, acrescentando que os EUA poderiam ter escapado de uma recessão se não fossem os ataques de 11 de setembro.
"Os ataques claramente aprofundaram a contração, e podem ter sido um importante fator em transformar o episódio em uma recessão", acrescentou o painel.
Segundo os seis economistas do instituto, a primeira recessão desde 1991 foi pressionada principalmente pelo aumento do desemprego e queda na produção industrial.
Em outubro, o desemprego nos EUA atingiu 5,4%, a mais elevada taxa dos últimos cinco anos. Foram eliminados então 415 mil empregos, o maior corte desde maio de 1980.
Já a produção industrial registrou em outubro a maior queda dos últimos 11 anos, estendendo o período de baixa para 13 meses consecutivos.
A entidade define recessão como "uma significante queda na atividade dispersa em toda a economia que dure mais de alguns meses, sendo visível na produção industrial, emprego, renda e comércio no atacado e varejo".
Mas, de acordo com Ben Bernanke, um dos membros do comitê, com base em dados de outras recessões que ocorreram após a Segunda Guerra Mundial, a economia norte-americana deve se recuperar em julho de 2002.
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EUA estão oficialmente em recessão desde março, diz comitê
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MICHEL BLANCOda Folha Online
O mais longo período de expansão da economia norte-americana terminou em março, que perdeu espaço para uma recessão que se estende até hoje.
Esta é a conclusão do NBER (Serviço Nacional de Pesquisa Econômica, na sigla em inglês), que tradicionalmente determina as datas oficiais para o início e fim de cada de período de recessão no país.
"O comitê está satisfeito de que a contração total na economia é suficiente para definir a determinação de que uma recessão está em curso", disse o comitê em um comunicado, acrescentando que os EUA poderiam ter escapado de uma recessão se não fossem os ataques de 11 de setembro.
"Os ataques claramente aprofundaram a contração, e podem ter sido um importante fator em transformar o episódio em uma recessão", acrescentou o painel.
Segundo os seis economistas do instituto, a primeira recessão desde 1991 foi pressionada principalmente pelo aumento do desemprego e queda na produção industrial.
Em outubro, o desemprego nos EUA atingiu 5,4%, a mais elevada taxa dos últimos cinco anos. Foram eliminados então 415 mil empregos, o maior corte desde maio de 1980.
Já a produção industrial registrou em outubro a maior queda dos últimos 11 anos, estendendo o período de baixa para 13 meses consecutivos.
A entidade define recessão como "uma significante queda na atividade dispersa em toda a economia que dure mais de alguns meses, sendo visível na produção industrial, emprego, renda e comércio no atacado e varejo".
Mas, de acordo com Ben Bernanke, um dos membros do comitê, com base em dados de outras recessões que ocorreram após a Segunda Guerra Mundial, a economia norte-americana deve se recuperar em julho de 2002.
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