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Dinheiro
23/01/2008 - 17h48

Bovespa recua 3,69% e dólar sobe; risco de recessão nos EUA ainda assusta

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EPAMINONDAS NETO
da Folha Online

O risco de uma recessão na maior economia do planeta, e as dúvidas sobre eficácia das medidas para evitar essa crise, determinam uma nova sessão de perdas nas Bolsas ao redor do mundo desta quarta-feira. Enquanto a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) praticamente "zera" os ganhos obtidos na jornada de ontem, a taxa de câmbio volta a subir com força, com o aumento da aversão ao risco por investidores.

O Ibovespa, termômetro dos negócios na Bolsa, recua 3,69%, aos 54.025 pontos. O volume financeiro é de R$ 5,54 bilhões. O mercado de câmbio encerrou os negócios de hoje cotando o dólar a R$ 1,825 (valor de venda), um incremento de 1,84%. A taxa de risco-país marca 275 pontos, número 1,85% superior à pontuação final de ontem.

Profissionais de mercado atribuíram ao movimento de saída dos investidores estrangeiros da Bovespa, com venda de ações e compra de dólar, a alta das taxas. Até o dia 18, segundo a Bolsa, o saldo de investimentos estrangeiros está negativo em R$ 3,96 bilhões (vendas maiores que compras de ações).

Na Europa, as principais Bolsas de Valores fecharam hoje em território negativo. A Bolsa de Londres cedeu 2,27%, enquanto o mercado acionário de Frankfurt amarga baixa de 4,87%. Nos EUA, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, desvaloriza 0,38%.

No mercado doméstico, os investidores aguardam o final da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que deve anunciar se mantém, reduz ou eleva a taxa básica de juros brasileira, hoje em 11,25% ao ano. Os analistas, em sua maioria, esperam que o Comitê mantenha a Selic atual.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (79) 03/12/2009 10h56
Olmir Antonio de Oliveira (79) 03/12/2009 10h56
A respeito de atualidades, é importante a inclusão, da ajuda, auxilio. Por tempo é importante , bolsa familia, bolsa.....mas é mais importante criar extrutura, gerar oportunidades, condições para que as pessoas de um modo geral consigam com seus propios meios e esforços, serem produtivas, gerarem seu sustento, terem sua fonte de renda e cada vez mais dependerem menos de ajuda do tipo assistencial, e ou coisa do tipo do campo da caridade. Do histórico, dependerem menos de coisas do tipo sistema de coronelistas, de politiqueiros, de sanguesugas, de pessoas que de boa intenção e ou de boa fé. fizeram e continuam fazendo milhares de pessoas suas refens, suas dependentes, pessoas que passam a viver de promessas de politícos e ou de partidos politícos, que sempre viveram "escravizando", "explorando", que na realidade as aprisionam.....coisas complexas, vindas desde a colonização.....Mesmo no atual cenário e com os meios de comunicação ainda tentão impor tais coisas, o brasileiro sempre foi muito resistente em ter seus propios conceitos, e linhas de pensamento, sendo muito guiado por pessoas do "exterior" que os doutrina, impõem seus interesses..... 4 opiniões
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Henrique Silva (209) 02/12/2009 15h12
Henrique Silva (209) 02/12/2009 15h12
Na eleição o que importa é a economia e também a qualidade de vida dos cidadãos. O governo LULA não tem só o crédito de organizar a situação econômica que foi deixada com sérios débitos pelo governo tucano, mas o governo LULA ter conseguido reduzir as desigualdades sociais pra mim foi o mais importante.
A redução da desigualdade NUNCA havia sido feita por governo nenhum do país! (eu digo isso com muita tristeza).
O documentário feito pela BBC- MUIT ALÉM DO CIDADÃO KANE (disponível no youtube) - feito pela Inglaterra revela esta desigualdade social. O curioso é que ainda revela outras situações importantes que só dá pra discutir quem já assistiu (como o interesse da REDE GLOBO de influenciar nas eleições sempre para o lado que mais interessa à emissora e não a sociedade).
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Eduardo Giorgini (444) 02/12/2009 15h00
Eduardo Giorgini (444) 02/12/2009 15h00
Indices do governo PT é muito bom.
Porém, a quantidade é inversamente proporcional à qualidade.
Foram gerados inumeros empregos, obras do PAC, inclusão social através do bolsa familia, aumento de universitários, porém, tudo de baixa qualidade.
E o que era de qualidade razoável, está ficando ruim tambem.
Do ponto de vista em nivelar "por baixo" , realmente o Brasil esta indo bem.
[]s
Eduardo.
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