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Dinheiro
24/01/2008 - 13h10

Rio teve a menor taxa de desemprego em 2007

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CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio

Entre as seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a menor taxa de desemprego [nível de trabalhadores desempregados sobre a relação total de força de trabalho] foi verificada no Rio de Janeiro, onde esse índice ficou em 7,2% ao longo de 2007. Já a região metropolitana de Salvador apresentou o maior a maior alta nessa taxa (13,7%).

A segunda maior taxa de desemprego foi observada em Recife (12%). Em seguida, estão São Paulo (10,1%), Belo Horizonte (7,6%) e Porto Alegre (7,3%).

Em relação a 2007, Recife teve a maior queda, que chegou a 2,6 p.p. (pontos percentuais). Em Belo Horizonte, a taxa de desocupação recuou de 8,5% para 7,6%. Foram observadas quedas ainda em Porto Alegre (de 8% para 7,3%), Rio de Janeiro (de 7,9% para 7,2%) e São Paulo (10,5% para 10,1%). A taxa de desemprego de Salvador ficou estável em relação a 2006.

A população ocupada somou 20,8 milhões de pessoas em 2007, 3% acima do observado no ano anterior, e 11,9% acima do registrado em 2003. Entre as regiões metropolitanas, a maior alta em relação a 2006 foi verificada em Salvador (5,2%), seguido de Belo Horizonte (4,6%) e São Paulo (3,4%).

O nível de ocupação [relação entre a população ocupada e a população com idade ativa] nas regiões pesquisadas representou 51,6% do total em 2007 Entre os ocupados, 53,9% têm 11 anos ou mais de estudo, ou seja, completaram o segundo grau e estão cursando ou completaram o nível superior.

O número total de pessoas desocupadas [relação entre a população desocupada e a população em idade ativa, com mais de 10 anos] somou 2,137 milhões de pessoas em 2007, 4,8% abaixo do que fora observado no ano anterior. Em relação a 2003, essa queda chega a 18,6%.

Entre as regiões metropolitanas, Recife teve o maior decréscimo (-19,3%) em relação a 2006, totalizando 181 mil pessoas desocupadas. Em Salvador, foi observado movimento inverso, com elevação de 5,6% nesse índice, somando 239 mil pessoas desocupadas.

Entre os desocupados 56,7% são mulheres e 43,4%, homens. O IBGE aponta que 50,7% dos desocupados tem 11 anos ou mais de estudo, ou seja, completaram o segundo grau.

 

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