Polícia toma 1º depoimento 15 dias após queixa
da Folha Online
A PF (Polícia Federal) tomou nesta sexta-feira (14) o primeiro depoimento no caso do furto de furto de quatro computadores e dois discos rígidos com dados estratégicos da Petrobras em um contêiner entre o litoral de São Paulo e Macaé (norte do Estado do Rio de Janeiro), 15 dias após a empresa ter apresentado queixa, informa Sérgio Torres, em reportagem da Folha deste sábado (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Segundo o texto, um um homem, que seria funcionário da Petrobras, foi interrogado pela presidente do inquérito, delegada Carla de Melo Dolinski, ontem à tarde, na PF em Macaé. A delegada, no entanto, informou que a investigação correrá sob sigilo.
"Não vou comentar o assunto pois a investigação está sob sigilo. Todas as informações à imprensa serão repassadas pelas assessorias de comunicação da Polícia Federal quando for necessário", afirmou. Ela disse também que não se pronunciaria sobre se a Petrobras e a Halliburton enviaram à PF as informações solicitadas para prosseguir a investigação.
O contêiner de onde foram furtados os equipamentos é de propriedade da Halliburton e estava em um navio que partiu do porto de Santos (SP) no dia 18 de janeiro em direção a Macaé, onde a Petrobras tem sua base de operações na Bacia de Campos. O contêiner chegou 12 dias depois --foi quando seguranças perceberam que o cadeado tinha sido violado.
O trajeto final de transporte foi feito por uma empresa chamada Transmagno, com sede em Macaé. Segundo a delegada, a PF trabalha com duas hipóteses no caso: roubo simples ou espionagem industrial. Dolinski afirmou ainda que o caso estava sendo apurado desde a última quinta-feira (dia 7), apesar de o furto ter sido informado no dia 1º de fevereiro.
Além da PF, também investiga o caso a Abin (Agência Brasileira de Inteligência). Inicialmente, a PF mencionou dois computadores e um disco rígido.
A Halliburton é uma das principais empresas prestadoras de serviços para o setor petrolífero do mundo e teve como um de seus executivos o vice-presidente dos Estados Unidos, Dick Cheney. O contrato com a Petrobras tem validade de quatro anos e valor de US$ 270 milhões.
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Especial


Entendo que haja precaucoes , especialmente desde o caso da igreja universal, mas a forma presente , que nao identifica comentarios nao publicados nao é transparente. por favor, tornem o processo de aprovacao/nao aprovacao MAIS transparente.
obrigado.
José Renato
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Nunca houve tantos crimes comuns no Brasil relacionados a política como no Governo Lula.
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Antigamente tinhamos um Serviço Nacional de Informações, SNI, que era um serviço que procurava por informações estratégicas. Agora temos a Agência Brasileira de Inteligência, ABIN, que deve ser a agência que procura inteligência. Que, pelo visto, anda difícil de encontrar...
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