Para perícia da PF, furto da Petrobras foi crime comum
da Folha Online
O sumiço de equipamentos de informática com informações estratégicas da Petrobras sobre a indústria petrolífera no litoral brasileiro não passou de um furto comum para os peritos da Polícia Federal, praticado por pessoa sem o requinte de um espião a serviço de governos estrangeiros ou de concorrentes, revela matéria de Sérgio Torres publicada nesta segunda-feira na Folha de S.Paulo (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Responsável pela perícia do roubo, o perito criminal Isaac Morais, do Núcleo de Criminalística da Superintendência da PF no Rio de Janeiro, já relatou a superiores e colegas estar convencido de que quem arrombou o compartimento e levou quatro notebooks, dois discos rígidos e dois pentes de memória não sabia que dentro deles havia dados secretos da estatal.
O perito chegou a definir a ação como "um serviço porco", conforme disseram colegas seus à Folha. Para o governo federal, o sumiço é uma questão de Estado.
Segundo Morais, caso estivesse só em busca dos equipamentos com as tais informações, o criminoso procuraria não deixar evidências de sua passagem, gravando os conteúdos importantes em um pen drive, por exemplo.
A descoberta do roubo ocorreu no dia 31 de janeiro, quando um contêiner foi descarregado no pátio da empresa Halliburton em Macaé (188 km ao norte do Rio), município que é a base da Petrobras na bacia de Campos. O contêiner havia saído da bacia de Santos, em um rebocador, no dia 18.
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Especial


Entendo que haja precaucoes , especialmente desde o caso da igreja universal, mas a forma presente , que nao identifica comentarios nao publicados nao é transparente. por favor, tornem o processo de aprovacao/nao aprovacao MAIS transparente.
obrigado.
José Renato
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Nunca houve tantos crimes comuns no Brasil relacionados a política como no Governo Lula.
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Antigamente tinhamos um Serviço Nacional de Informações, SNI, que era um serviço que procurava por informações estratégicas. Agora temos a Agência Brasileira de Inteligência, ABIN, que deve ser a agência que procura inteligência. Que, pelo visto, anda difícil de encontrar...
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