Dinheiro
19/02/2008 - 08h20

Inflação em SP mantém desaceleração e fica em 0,22%, diz Fipe

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da Folha Online

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP) manteve a tendência de queda vista desde o fim do ano passado e registrou alta de 0,22% na segunda quadrissemana de fevereiro --30 dias até 14/02. Foi o menor índice desde a terceira prévia de novembro (0,19%).

Os preços na categoria Educação, que vinha exercendo a maior pressão desde meados de janeiro, recuou para alta de 2,63% (contra 3,68% na abertura deste mês). No fim de janeiro, o índice havia atingido 4,39%.

Os preços dos alimentos mantiveram a tendência de baixa e registraram elevação de apenas 0,11%, contra 0,28% uma semana antes. Foi o menor índice desde a segunda quadrissemana de maio do ano passado, quando houve deflação de 0,09%. A maior alta nesta categoria neste ano, por sua vez, foi a da abertura de janeiro, quando houve alta de 2,03%.

A categoria Habitação registrou mais uma ligeira alta, ficando em 0,05%, contra 0,02% uma semana antes. No fechamento de janeiro houve ligeira variação negativa de 0,01%.

A categoria Vestuário manteve-se em deflação, mas registrou avanço em relação ao índice anterior: o dado apresentado hoje mostrou deflação de 0,59%, contra deflação de 0,82% uma semana antes.

O índice da categoria Transporte voltou ao que foi registrado no fim de janeiro, alta de 0,29%. Na semana passada, o índice havia registrado variação de 0,24%. A categoria Despesas Pessoais recuou de alta de 0,54% para um avanço de 0,20%.

A categoria Saúde, no entanto, avançou, para alta de 0,48%, contra 0,42% na abertura deste mês. O IPC da Fipe mede a variação dos preços no município de São Paulo de famílias com renda até 20 salários mínimos.

Comentários dos leitores
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Hoje é o desejo da maioria dos BRASILEIROS ter um carrinho na garagem, só que este desejo está ficando caro e muitos não aguentam o rojão e com isso fiacam com o nome sujo e se complicam tudo. sem opinião
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Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
É incrível como a popularidade de Lula se mantém com tamanha carga Tributária, IPVA, multa, taxas, pedágios etc... E ainda por cima o descompromisso para com projetos como o GNV. Hoje o preço do gas natural para veículos jogou por terra todo o investimento. Toda a indústria de peças e equipamentos e a rede de serviços desenvolvida em torno do GNV, de repente se vê orfã. Gente que fez plano de vida em torno disso vendo seus planos, que foram baseados em premissas apresentadas pelo governo, dando com os burros n'agua! O álcool que à época era caro pela irresponsabilidade do mesmo governo, hoje embora o custo elevado, ainda é mais em conta que o GNV. E os consumidores que acreditaram e transformaram seus carros para este combustível estão aí se fu... porque o governo não está nem aí para isso. Apenas o baixo custo do GNV justificava todo o transtorno da transformação que vai desde o peso e tamanho do equipamento até a menor performance do motor convertido e a obrigatoriedade da Inspeção Veicular cuja taxa antes R$80,00 hoje é de R$110,00 e se retirar, pasme! R$160,00. Também tem a validade de 5 anos para o cilindro cujo teste para revalidação antes era feito por R$80,00 e hoje!! R$250,00, sem falar em toda a burocracia que se enfrenta, e que é muito maior se você resolver retirar essa arapuca!
Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Discordo.
Quem mata mais são os maus condutores dos automóveis.
São pessoas despreparadas, sem nenhuma condição de conduzir um veiculo.
O carro não tem culpa nenhuma, pois, é uma máquina.
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