IGP-M mantém desaceleração e fica em 0,46% na segunda prévia de fevereiro
da Folha Online
O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) manteve a tendência de desaceleração e registrou alta de 0,46% na segunda leitura prévia de fevereiro, contra 0,93% na mesma leitura um mês antes, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
A segunda prévia do IGP-M corresponde ao período entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência. A metodologia aplicada na apuração do IGP-M é a mesma do IGP-10 e do IGP-DI (usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel), também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente --o IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
Os preços dos produtos agrícolas continuam a recuar: o indicador referente a essa categoria de preços caiu de alta de 2,33% na segunda leitura prévia no mês passado para alta de 0,30% na divulgação feita hoje. O grupo Matérias-Primas Brutas também recuou, de 2,48% para 0,38%. Os itens que mais contribuíram para o recuo foram aves (11,09% para -8,28%), tomate (87,64% para -9,81%) e cana-de-açúcar (3,83% para -1,91%).
Já os itens bovinos (-4,36% para 1,19%), mandioca (-1,65% para 20,86%) e arroz em casca (2,53% para 9,28%) tiveram aumento.
O IPA (Índice de Preços por Atacado) subiu 0,55% na segunda previa de fevereiro, contra 1,06% um mês antes. O índice de Bens Intermediários recuou de 0,94% em janeiro, para 0,70% neste mês, com destaque para suprimentos (de 4,80% para 2,37%). Já a taxa de variação dos Bens Finais subiu de 0,02% para 0,51%, com destaque para o subgrupo alimentos in natura (de -0,80% para 3%).
O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) recuou para 0,20% na prévia divulgada hoje, abaixo do 0,77% no mesmo período de janeiro, com destaque para o grupo Alimentação (1,73% para 0,12%) e os recuos nos preços de frutas (4,78% para -0,57%), hortaliças e legumes (1,91% para -2,01%), arroz e feijão (12,04% para 4,19%) e carnes bovinas (1,53% pra -0,75%).
Também caíram os preços dos grupos Transportes (0,57% para 0,19%), Vestuário (0,25% para -0,60%), Habitação (0,22% para 0,14%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,46% para 0,27%), com destaques para gasolina (0,30% para -0,26%), roupas (-0,24% para -1,11%), material para limpeza (0,56% para -0,02%) e artigos de higiene e cuidados pessoais (0,87% para estabilidade).
Já os preços nos grupos Educação, Leitura e Recreação (0,86% para 0,93%) e Despesas Diversas (0,35% para 0,43%) tiveram alta, com destaque para cursos não-formais (-0,30% para 0,67%) e vinho (-0,50% para 1,62%).
O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) subiu 0,47%, contra 0,44% há um mês. A taxa do índice relativo a Materiais e Serviços avançou de 0,36% em janeiro para 0,83% neste mês. O índice referente ao custo da Mão-de-Obra registrou ligeira alta de 0,07% em fevereiro, contra 0,53% em janeiro.
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Especial


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Vejo isso como altos investimentos em publicidade a favor do PT. Exemplo, usar o possível sucesso da Petrobrás, alta do mercado internacional, estabilidade economica e todas as conquistas feitas antes de 2000 à favor de Lula.
A oposição deverá ter um belo plano eleitoral para 2010, se não irão se afundar ainda mais.
Um belo exemplo foi o Alkmim usar o mensalão para denegrir Lukla e o PT, mas ocorreu o inverso, por incrível que pareça.
Esquerdismo populista cego tomou conta do Brasil.
[]s
Eduardo.
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