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Dinheiro
20/02/2008 - 09h07

IGP-M mantém desaceleração e fica em 0,46% na segunda prévia de fevereiro

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da Folha Online

O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) manteve a tendência de desaceleração e registrou alta de 0,46% na segunda leitura prévia de fevereiro, contra 0,93% na mesma leitura um mês antes, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

A segunda prévia do IGP-M corresponde ao período entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência. A metodologia aplicada na apuração do IGP-M é a mesma do IGP-10 e do IGP-DI (usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel), também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente --o IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Os preços dos produtos agrícolas continuam a recuar: o indicador referente a essa categoria de preços caiu de alta de 2,33% na segunda leitura prévia no mês passado para alta de 0,30% na divulgação feita hoje. O grupo Matérias-Primas Brutas também recuou, de 2,48% para 0,38%. Os itens que mais contribuíram para o recuo foram aves (11,09% para -8,28%), tomate (87,64% para -9,81%) e cana-de-açúcar (3,83% para -1,91%).

Já os itens bovinos (-4,36% para 1,19%), mandioca (-1,65% para 20,86%) e arroz em casca (2,53% para 9,28%) tiveram aumento.

O IPA (Índice de Preços por Atacado) subiu 0,55% na segunda previa de fevereiro, contra 1,06% um mês antes. O índice de Bens Intermediários recuou de 0,94% em janeiro, para 0,70% neste mês, com destaque para suprimentos (de 4,80% para 2,37%). Já a taxa de variação dos Bens Finais subiu de 0,02% para 0,51%, com destaque para o subgrupo alimentos in natura (de -0,80% para 3%).

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) recuou para 0,20% na prévia divulgada hoje, abaixo do 0,77% no mesmo período de janeiro, com destaque para o grupo Alimentação (1,73% para 0,12%) e os recuos nos preços de frutas (4,78% para -0,57%), hortaliças e legumes (1,91% para -2,01%), arroz e feijão (12,04% para 4,19%) e carnes bovinas (1,53% pra -0,75%).

Também caíram os preços dos grupos Transportes (0,57% para 0,19%), Vestuário (0,25% para -0,60%), Habitação (0,22% para 0,14%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,46% para 0,27%), com destaques para gasolina (0,30% para -0,26%), roupas (-0,24% para -1,11%), material para limpeza (0,56% para -0,02%) e artigos de higiene e cuidados pessoais (0,87% para estabilidade).

Já os preços nos grupos Educação, Leitura e Recreação (0,86% para 0,93%) e Despesas Diversas (0,35% para 0,43%) tiveram alta, com destaque para cursos não-formais (-0,30% para 0,67%) e vinho (-0,50% para 1,62%).

O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) subiu 0,47%, contra 0,44% há um mês. A taxa do índice relativo a Materiais e Serviços avançou de 0,36% em janeiro para 0,83% neste mês. O índice referente ao custo da Mão-de-Obra registrou ligeira alta de 0,07% em fevereiro, contra 0,53% em janeiro.

Comentários dos leitores
celso assis (97) 19/01/2010 09h01
celso assis (97) 19/01/2010 09h01
Preços em SP começam a subir mais que esperado, há 56% de endividados e 9% que não podem pagar, imóveis comerciais nos EUA começam a querer dar problemas para os bancos, vendas de veiculos parecem que desaceleram em janeiro (apesar das promoções), imóveis usados de maior valor encalhando no mercado, povão mostra otimismo para comprar, BB adianta décimo terceiro salario de 2010 para quem nem sabe se vai estar empregado, bolsas de valores subindo a exemplo de commodiities minerais e agricvolas cotadas em bolsas. SÓ FALANDO PUXA VIDA!!!!!!!!!!!!!!!! sem opinião
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Italo Martins (4) 18/01/2010 08h30
Italo Martins (4) 18/01/2010 08h30
Guilherme Carneiro, descordo quando diz que o controle da inflação no governo FHC foi feito por meio de saneamento e venda de bancos estatais. Ambas foram consequências da política de controle de inflação implementada pelo referido governo, baseado num câmbio extremamente valorizado e taxas de juros elevadas - de forma a manter o câmbio apreciado e financiar o déficit em transações correntes pela conta capital e financeira. E de fato a política econômica foi continuada, embora o Lula tenha contado com um contexto internacional muito mais favorável. 1 opinião
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Claudio Rocha (390) 18/01/2010 02h07
Claudio Rocha (390) 18/01/2010 02h07
O psdb em relação ao pmdb é igual ao psol em relação ao PT , com a seguinte grande diferença:
Se o psol seria a ala descontente mais a esquerda do PT o psdb era a ala descontente mais a direita
do pmdb. O psdb se travestiu de democracia social mas tão logo chegou ao poder teve que tirar a mascara e assumir sua postura de extrema direita ao lado do PDS/DEM com definição clara de que seu governo previlegiava o capital , claro que tal postura fortaleceu alas da sociedade que previlegiam o trabalho e por falta de clareza ideologica dos partidos existentes, naquele momento o PT era o que melhor encarnava essa postura politica. O problema não são os nomes, como se quer fazer pensar, mas as definições politico-administrativas dos partidos quando governo....Claro que no Brasil tentar tocar um governo puramente trabalhista é suicidio e pode colocar o Pais em convulsão social, neste aspecto o presidente Lula demonstrou inteligencia e tato politico não melindrandro uma das mais terriveis e usurarias elites do planeta; Avalie a historia politica do Brasil quem duvidar. Conquistas para a população infelismente são homeopaticas, arroubos de indignação em defesa dos pobres sem sustenção politica pode acabar em golpe de estado, suicidio, ruptura social ou impecheament como alias ja ocorreu varias vezes neste pais. Paritidos ideologicos devem ceder parte do governo a partidos fisiologicos senão não termina o mandato, demagogias a parte, essa é a realidade brasileira
sem opinião
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