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Dinheiro
21/02/2008 - 02h45

Depoimento aponta dois furtos na Petrobras

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da Folha Online

A empresa Halliburton informou à Polícia Federal que os dois discos rígidos com informações exclusivas da Petrobras furtados em Macaé, no Rio de Janeiro, não estavam no contêiner arrombado no mês passado, revela matéria de Sergio Torres publicada nesta quinta-feira na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal). Segundo depoimento de um funcionário, o furto ocorreu em data anterior.

O registro sobre o arrombamento do contêiner feito em 1º de fevereiro pela Petrobras lista as peças furtadas (laptops, HDs e pentes de memória), mas não faz referência ao outro furto. Essa informação vem sendo mantida em sigilo pela PF.

No documento em que relata trabalho feito em Macaé, o perito criminal Isaque Morais diz que um funcionário da Halliburton lhe mostrou a CPU de onde foram levados os discos e pentes de memória. A CPU estava em um galpão a cerca de 150 metros do contêiner.

A PF informou ontem que os dados furtados vinham de uma sonda de perfuração responsável pela descoberta do megacampo de Júpiter, localizado na Bacia de Santos (SP). A reserva, anunciada no início deste ano, foi classificada como capaz de tornar o Brasil auto-suficiente em gás natural.

Na terça-feira, o Superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, delegado Valdinho Jacinto Caetano, descartou a hipótese de crime comum e criticou a segurança do sistema de transporte de dados importantes da estatal petrolífera. Na opinião de Caetano, ele é "falho".

A reportagem completa está na Folha desta quinta, que está nas bancas.

Comentários dos leitores
José Renato Carollo (7) 29/02/2008 23h39
José Renato Carollo (7) 29/02/2008 23h39
caros , fiz um comentário que mais uma vez nao foi publicado. creio que deveria haver um 'log' de comentários nao publicados, incluindo o nome do usuário mas nao incluindo o comentário em si, e explicando o porque nao foi publicado.
Entendo que haja precaucoes , especialmente desde o caso da igreja universal, mas a forma presente , que nao identifica comentarios nao publicados nao é transparente. por favor, tornem o processo de aprovacao/nao aprovacao MAIS transparente.
obrigado.
José Renato
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José Renato Carollo (7) 29/02/2008 16h11
José Renato Carollo (7) 29/02/2008 16h11
Que conveniente encontrarem um esquema de roubo de lap tops. Como no caso de Celson Daniel , a polícia fica ansiosa para justificar o 'crime comum'. Uma vergonha um delegado da Polícia Federal decidir pelo crime comum, sabendo que há bandidos que aceitam dinheiro para assumir 'broncas'. Falta só falar que todo mundo na Petrobrás transporta lap tops em caminhoes, junto com talao de cheque e blackberry. Práticas normais no mundo dos negócios.
Nunca houve tantos crimes comuns no Brasil relacionados a política como no Governo Lula.
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Eduardo Petrucci Gigante (185) 29/02/2008 09h11
Eduardo Petrucci Gigante (185) 29/02/2008 09h11
Com que então guilhotinaram a guilhotina da Abin. Que pena. Mas se era uma concorrência dirigida - a única que se tem notícia (sic) - fizeram muito bem. Afinal, ninguém deve duvidar da retidão desse sistema de Pregão Eletrônico.
Antigamente tinhamos um Serviço Nacional de Informações, SNI, que era um serviço que procurava por informações estratégicas. Agora temos a Agência Brasileira de Inteligência, ABIN, que deve ser a agência que procura inteligência. Que, pelo visto, anda difícil de encontrar...
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