Depoimento aponta dois furtos na Petrobras
da Folha Online
A empresa Halliburton informou à Polícia Federal que os dois discos rígidos com informações exclusivas da Petrobras furtados em Macaé, no Rio de Janeiro, não estavam no contêiner arrombado no mês passado, revela matéria de Sergio Torres publicada nesta quinta-feira na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal). Segundo depoimento de um funcionário, o furto ocorreu em data anterior.
O registro sobre o arrombamento do contêiner feito em 1º de fevereiro pela Petrobras lista as peças furtadas (laptops, HDs e pentes de memória), mas não faz referência ao outro furto. Essa informação vem sendo mantida em sigilo pela PF.
No documento em que relata trabalho feito em Macaé, o perito criminal Isaque Morais diz que um funcionário da Halliburton lhe mostrou a CPU de onde foram levados os discos e pentes de memória. A CPU estava em um galpão a cerca de 150 metros do contêiner.
A PF informou ontem que os dados furtados vinham de uma sonda de perfuração responsável pela descoberta do megacampo de Júpiter, localizado na Bacia de Santos (SP). A reserva, anunciada no início deste ano, foi classificada como capaz de tornar o Brasil auto-suficiente em gás natural.
Na terça-feira, o Superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, delegado Valdinho Jacinto Caetano, descartou a hipótese de crime comum e criticou a segurança do sistema de transporte de dados importantes da estatal petrolífera. Na opinião de Caetano, ele é "falho".
A reportagem completa está na Folha desta quinta, que está nas bancas.
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Especial


Entendo que haja precaucoes , especialmente desde o caso da igreja universal, mas a forma presente , que nao identifica comentarios nao publicados nao é transparente. por favor, tornem o processo de aprovacao/nao aprovacao MAIS transparente.
obrigado.
José Renato
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Nunca houve tantos crimes comuns no Brasil relacionados a política como no Governo Lula.
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Antigamente tinhamos um Serviço Nacional de Informações, SNI, que era um serviço que procurava por informações estratégicas. Agora temos a Agência Brasileira de Inteligência, ABIN, que deve ser a agência que procura inteligência. Que, pelo visto, anda difícil de encontrar...
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