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Dinheiro
26/02/2008 - 08h24

Preços em SP mantêm desaceleração e inflação fica em 0,16%, informa Fipe

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da Folha Online

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP) registrou elevação de 0,16% na terceira quadrissemana de fevereiro --30 dias até 21/02--, abaixo do visto no período imediatamente anterior (0,22%) e menor desde a segunda quadrissemana de novembro de 2007, quando a alta foi de 0,05%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira.

Os preços na categoria Educação mantiveram a tendência de recuo e mostraram alta de 1,49%, contra 2,63% no período anterior. No fim de janeiro, o índice havia atingido 4,39%.

Os preços dos alimentos também continuaram em queda e registraram deflação de 0,13% --maior recuo desde a primeira quadrissemana de maio do ano passado, quando houve deflação de 0,14%. A maior alta nesta categoria neste ano, por sua vez, foi a da abertura de janeiro, quando houve alta de 2,03%.

A categoria Habitação, por sua vez, reagiu e mostrou alta de 0,21%, contra 0,05% no período anterior.

A categoria Vestuário mostrou alta de preços, mas o índice ainda se mantém em território negativo: os preços tiveram deflação de 0,15%, contra deflação de 0,59% na quadrissemana imediatamente anterior.

O índice da categoria Transporte teve alta de 0,31%, após a que foi registrada na semana passada, de 0,29% (mesmo índice registrado no fim de janeiro). A categoria Despesas Pessoais recuou de alta de 0,20% para ligeira deflação de 0,03%.

A categoria Saúde teve ligeiro recuo, apresentando elevação de 0,44%, contra 0,48% na semana passada. O IPC da Fipe mede a variação dos preços no município de São Paulo de famílias com renda até 20 salários mínimos.

Comentários dos leitores
José Alberto (222) 04/12/2009 11h03
José Alberto (222) 04/12/2009 11h03
Com certeza essa inflação mentirosa do governo lulala não coloca em seus calculos o que pagamos em comida, gasolina, aluguel, algumas mordomias que são obrigações do governo nos dar como saude digna,desenvolvimento, e o recuso dessa classe que nos rouba a de politicos e juizes que não lhe são cobrados IR e quando pagam são irrisórios ou pela metade, e os rombos feitos pelo bndes em nossa economia, o governo declara ajuda a bancos no IR e será que coloca isso como divida ativa, duvido, e se colocar o povo é que paga, e por que será que muitos orgãos não pagam IR, ex: sindicatos, igrejas, pac com obras super faturadas, bolsa miseria,mst, ongs principalmente as estrangeiras, então se somar tudo isso com certeza nossa inflação beira ai os 50% ano e lulala e sua equipe quer nos convencer que ´só 5%, então por que o banco central com o manteiga junto não baixa os juros do copom para 5% tb, e por que será que bancos brasileiros mantem um taxa de juros a mais alta do mundo pois não adianta nos comparar com paises mais podres do que o nosso e sim cuidar do nosso o que os governantes não fazem e nos mantem na miseria ..... sem opinião
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Alziro Ribeiro da Silva (50) 26/11/2009 16h10
Alziro Ribeiro da Silva (50) 26/11/2009 16h10
Hoje é o desejo da maioria dos BRASILEIROS ter um carrinho na garagem, só que este desejo está ficando caro e muitos não aguentam o rojão e com isso fiacam com o nome sujo e se complicam tudo. 2 opiniões
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Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
É incrível como a popularidade de Lula se mantém com tamanha carga Tributária, IPVA, multa, taxas, pedágios etc... E ainda por cima o descompromisso para com projetos como o GNV. Hoje o preço do gas natural para veículos jogou por terra todo o investimento. Toda a indústria de peças e equipamentos e a rede de serviços desenvolvida em torno do GNV, de repente se vê orfã. Gente que fez plano de vida em torno disso vendo seus planos, que foram baseados em premissas apresentadas pelo governo, dando com os burros n'agua! O álcool que à época era caro pela irresponsabilidade do mesmo governo, hoje embora o custo elevado, ainda é mais em conta que o GNV. E os consumidores que acreditaram e transformaram seus carros para este combustível estão aí se fu... porque o governo não está nem aí para isso. Apenas o baixo custo do GNV justificava todo o transtorno da transformação que vai desde o peso e tamanho do equipamento até a menor performance do motor convertido e a obrigatoriedade da Inspeção Veicular cuja taxa antes R$80,00 hoje é de R$110,00 e se retirar, pasme! R$160,00. Também tem a validade de 5 anos para o cilindro cujo teste para revalidação antes era feito por R$80,00 e hoje!! R$250,00, sem falar em toda a burocracia que se enfrenta, e que é muito maior se você resolver retirar essa arapuca!
Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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