Publicidade

Dinheiro
26/02/2008 - 17h28

Contribuição patronal menor em reforma tributária é precipitado, diz secretário

Publicidade

da Folha Online, em Brasília

O secretário de Previdência Social, Helmut Schwarzer, afirmou nesta terça-feira que a redução da contribuição patronal ao INSS ainda está em fase de discussões e que é prematuro afirmar que fará parte da reforma tributária.

"É preciso fazer o debate. É precipitado falar qualquer coisa agora. A ordem do presidente Lula é a de continuar avaliando esse assunto", afirmou ele.

A proposta do governo é reduzir a alíquota de contribuição patronal à Previdência, que hoje é de 20% sobre a folha de salário. A alíquota seria reduzida em um ponto percentual por ano a partir de 2010 e, em 2016, chegaria a 14%.

Segundo ele, com base nos dados de 2006, cada ponto percentual da alíquota patronal significa R$ 3,1 bilhões. Como a proposta do governo é reduzir um ponto a cada ano, de 2010 a 2016 (seis pontos percentuais, no total), o impacto nas cotas da previdência seria de R$ 20 bilhões.

O Ministério da Fazenda trabalha com um impacto ainda maior, de R$ 24 bilhões. Segundo o secretário, isso ocorre porque eles devem utilizar projeções futuras de arrecadação.

A redução da contribuição gerou críticas por parte das centrais sindicais: os sindicalistas temem que a seguridade social perca recursos e que isso seja utilizado como argumento para uma reforma da Previdência.

Para a Fazenda, que fez a proposta de reforma, essa perda de arrecadação será compensada pelo crescimento da economia e redução da informalidade, decorrentes da simplificação tributária.

Comentários dos leitores
Francisco Ramos (87) 31/07/2009 17h31
Francisco Ramos (87) 31/07/2009 17h31
Quanto a reforma politica e a situação tributaria do brasil, a opsição do governo lula, pelos partidos do PSDB, e DEMO, atingo (PFL), esta ganhando de PSDB 10 X 0 LULA, não conseguir levar pra frente a reforma triburaria, derrubou a CPMF, levando os municipios brasileiro a uma calamidade publica na área da saúde, consegundo assim os seus objetivos, levando os mais pobres, para maiores necessidade, desconforto, desorientação, muitos sem saber aonde ir buscar tratamentos para seus casos de saude, que cada vez mais, aparece duenças dificieis de curas, como estamos a 11 anos com os problemas da dengue, e agora com a onda da gripe suina, e o que mais esta por vir. Na verdade o que se sabe é que as secretaqria de saude, o ministério da saude, ficam dando informções na midia, mas na ponta, nos municipios nãi exite preparo neenhum, se que levam orientação para os profissionais da area, no tratamento o que tenho visto no municipis em que mora, sempre tém os médicos de responsabilidade que da uma atenção maior nas consultas dos pacientes gripados, e existem aqueles médico da rede publica que vai no posto cumprir com seu horários de trabalho uma vez por semana, quando volta naquele posto de saude para dar o segundo plantão depois de 10 dias, não sabe o que aconteceu com o parciente com suspeita da girpe suina, não existe uma preocupação efetiva com as doenças porque os prefeitos não tem recurso para investir na hora necessaria. sem opinião
avalie fechar
Monica Rego (213) 17/06/2009 18h42
Monica Rego (213) 17/06/2009 18h42
P$DEM não tem proposta para o país seu choque de gestão é o que a de pior para o povo que necessita de políticas publicas!!! sem opinião
avalie fechar
Valter Souza (37) 17/06/2009 15h39
Valter Souza (37) 17/06/2009 15h39
O Sr Serra deveria se recolher aos aposentos pois falar que a reforma é um "horror" que é isso ou aquilo e não dar nenhuma explicação do que está errado isso é só politicagem!!! 2 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (114)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca