17/12/2001
-
18h33
Após operar em alta durante boa parte do pregão de Nova York, o petróleo inverteu a tendência no final da tarde e fechou em pequena baixa.
O preço do barril para entrega em janeiro caiu US$ 0,05, para US$ 19,18.
Durante o pregão, o barril chegou a ser cotado a US$ 19,58. A alta era influenciada pela decisão da Noruega de cortar sua produção diária em 150 mil barris. A atitude norueguesa aumentou a expectativa do mercado de que haja um acordo entre Opep e países independentes para um corte coordenado da produção.
No entanto, ainda existem incertezas se mesmo o corte coordenado na produção seria capaz de provocar uma tendência de alta nos preços.
Segundo analistas, os estoques continuam elevados em muitos países consumidores e o clima começa a ficar mais ameno no Hemisfério Norte a partir de fevereiro, o que reduz a demanda do produto. Por isso, a alta nos preços não se sustentou hoje.
Petróleo recua mesmo com corte na produção norueguesa
Publicidade
da Folha OnlineApós operar em alta durante boa parte do pregão de Nova York, o petróleo inverteu a tendência no final da tarde e fechou em pequena baixa.
O preço do barril para entrega em janeiro caiu US$ 0,05, para US$ 19,18.
Durante o pregão, o barril chegou a ser cotado a US$ 19,58. A alta era influenciada pela decisão da Noruega de cortar sua produção diária em 150 mil barris. A atitude norueguesa aumentou a expectativa do mercado de que haja um acordo entre Opep e países independentes para um corte coordenado da produção.
No entanto, ainda existem incertezas se mesmo o corte coordenado na produção seria capaz de provocar uma tendência de alta nos preços.
Segundo analistas, os estoques continuam elevados em muitos países consumidores e o clima começa a ficar mais ameno no Hemisfério Norte a partir de fevereiro, o que reduz a demanda do produto. Por isso, a alta nos preços não se sustentou hoje.


