IGP-M mantém desaceleração e fica em 0,53% em fevereiro
da Folha Online
O IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado) registrou alta de 0,53%, em fevereiro, contra alta de 1,09% em janeiro, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. A metodologia aplicada na apuração do IGP-M é a mesma do IGP-10 e do IGP-DI (usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel), também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente --o IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
Os preços dos produtos agrícolas mantiveram a tendência de queda e apontaram alta de 0,23%, contra elevação de 2,31% um mês antes. O índice de Matérias-Primas Brutas também teve queda acentuada, ficando com alta de 0,12% neste mês, contra 2,38% em janeiro. Os itens tomate (87,22% para -16,19%), aves (8,44% para -9,51%) e milho (em grão) (-3,94% para -11,00%) foram os destaques que contribuíram para o recuo no índice.
Já os preços dos itens mandioca (-1,01% para 19,72%), bovinos (-3,20% para 0,88%) e leite in natura (-2,08% para -0,24%) subiram.
O IPA (Índice de Preços por Atacado) teve alta de 0,64%, contra elevação de 1,24% em janeiro. Já o índice relativo aos Bens Finais subiu 0,63% neste mês, contra 0,27% no mês passado. Excluindo-se os subgrupos alimentos "in natura" e combustíveis, o índice de Bens Finais subiu 0,28%, contra 0,24% em janeiro.
O índice referente ao grupo Bens Intermediários subiu 1,01%, abaixo do 1,24% visto em janeiro. O subgrupo suprimentos registrou desaceleração, de 4,82% para 2,92%. O índice de Bens Intermediários calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, subiu 1,03%, contra 1,21%, em janeiro.
O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) subiu 0,26% em fevereiro, contra 0,96% há um mês, Os grupos Alimentação (2,25% para 0,21%), Educação, Leitura e Recreação (1,61% para 1,06%) e Transportes (0,56% para 0,17%) tiveram desaceleração, com destaque para os itens frutas (6,69% para -0,94%), cursos formais (2,72% para 1,66%) e álcool combustível (2,81% para -1,01%).
Também recuaram os índices dos grupos Habitação (0,21% para 0,14%), Vestuário (-0,18% para -0,40%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,52% para 0,39%), com destaque para eletrodomésticos (0,46% para -1,08%), roupas (-0,61% para -0,83%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (0,95% para 0,18%).
O grupo Despesas Diversas, por sua vez, teve alta de 0,51%, contra 0,47% há um mês. O destaque foi o item bebidas alcoólicas importadas (-2,28% para 1,27%).
O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) subiu 0,43%, contra 0,41% em janeiro. Dos três grupos componentes do índice, apenas Mão-de-Obra apresentou recuo --de 0,45%, em janeiro para 0,06%, em fevereiro.
A desaceleração se deve à redução do impacto do reajuste salarial na cidade de Belo Horizonte. A taxa do grupo Materiais passou de 0,37%, em janeiro, para 0,64%, em fevereiro. O grupo Serviços passou de 0,43% em janeiro para 1,42%, em fevereiro.
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Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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