Brasil cresce de forma "robusta e equilibrada", diz Mantega
ANA PAULA RIBEIRO
da Folha Online, em Brasília
O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou nesta quarta-feira que o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) de 2007 é satisfatório e mostra equilíbrio no crescimento da economia.
"Foi um pouco acima do que eu vinha falando. Estou muito satisfeito com o resultado do PIB. Significa que a economia cresce de forma robusta e equilibrada", afirmou.
Mantega esperava que o PIB do ano passado tivesse uma expansão de 5,2% ou 5,3%. Mas o dado oficial, divulgado na manhã de hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ficou em 5,4%.
O ministro destacou o aumento dos investimentos, que irão permitir que a economia cresça sem pressionar os preços.
"A capacidade produtiva está aumentando. Significa crescimento com menos inflação. Estamos acelerando o crescimento com inflação sob controle e isso é novidade no Brasil."
No ano passado, a formação bruta de capital fixo (que indica o crescimento do investimento) cresceu 13,4% --a maior taxa desde o início da série, iniciada em 1996.
Outro fator importante da divulgação de hoje, segundo Mantega, é que o PIB per capita teve um crescimento de 4% em 2007.
Ele lembrou que entre as décadas de 50 e 70 a economia brasileira era mais dinâmica, crescia cerca de 7% ao ano, e o PIB per capita crescia a 4%. No entanto, o crescimento da população era maior, de 3% ao ano.
"Atualmente, com a população crescendo menos, o país precisa crescer menos para melhorar a vida da população", explicou.
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Especial


Os hoje felizes contemplados pelo bolsa família devolvidos à miséria que justificou os benefícios.
Dilma sabe que no começo era o FOME ZERO = inclusão (SE bem administrado).
Daí, parece que o foco do governo mudou. Antes que a incompetência administrativa do FOME ZERO resultasse num fracasso generalizado, optou-se pela competência politiqueira do Bolsa Família. Um plano assistencialista é mais fácil de ser administrado com a equipe que o governo dipõe: políticos.
Agora, não tem jeito: o governo precisa de um PAC fabricando emprego prá absorver os futuros excluídos do bolsa família.
E o presidente jogou nas costas de Dilma a maternidade do PAC.
Pobre Dilma...
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