Mantega diz que crescimento de 2007 pode se repetir neste ano
ANA PAULA RIBEIRO
da Folha Online. em Brasília
O ministro Guido Mantega (Fazenda) disse que a economia brasileira poderá repetir em 2008 o desempenho que teve no ano passado. No entanto, admitiu que não será "tão fácil".
"Dá para manter esse crescimento de 2007. Quando há um ano forte, o ano seguinte [é mais difícil] para crescer fortemente... Por exemplo, 2004 cresceu 5,7% sobre 1% de 2003, o que é mais fácil. Agora, crescer 5,4% em cima de 5,4% não é tão fácil', explicou o ministro.
Nesta quarta-feira, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que a economia brasileira registrou expansão de 5,4% no ano passado. Em 2006, o crescimento foi de 3,8% (revisado).
Mantega acredita que o número de 2007 poderá ser ainda melhor, já que nos próximos meses o IBGE fará uma revisão dos dados apresentados hoje.
Crescimento robusto
Mantega se mostrou satisfeito com o desempenho da economia no ano passado. Para ele, foi um crescimento de forma "robusta e equilibrada". O ministro destacou o aumento dos investimentos, que irão permitir que a economia cresça sem pressionar os preços.
"A capacidade produtiva está aumentando. Significa crescimento com menos inflação. Estamos acelerando o crescimento com inflação sob controle e isso é novidade no Brasil."
No ano passado, a formação bruta de capital fixo (que indica o crescimento do investimento) cresceu 13,4% --a maior taxa desde o início da série, iniciada em 1996.
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Especial


Os hoje felizes contemplados pelo bolsa família devolvidos à miséria que justificou os benefícios.
Dilma sabe que no começo era o FOME ZERO = inclusão (SE bem administrado).
Daí, parece que o foco do governo mudou. Antes que a incompetência administrativa do FOME ZERO resultasse num fracasso generalizado, optou-se pela competência politiqueira do Bolsa Família. Um plano assistencialista é mais fácil de ser administrado com a equipe que o governo dipõe: políticos.
Agora, não tem jeito: o governo precisa de um PAC fabricando emprego prá absorver os futuros excluídos do bolsa família.
E o presidente jogou nas costas de Dilma a maternidade do PAC.
Pobre Dilma...
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