Petróleo fecha em baixa de 2,52%, mas fica acima dos US$ 100
da Efe, Nova York
O barril de Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) desvalorizou hoje 2,52% em Nova York, coincidindo com um fortalecimento do dólar frente às demais moedas, mas mantendo-se, na última sessão da semana, acima da cota simbólica dos US$ 100.
Ao final da sessão regular da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos para maio do petróleo WTI, caíram US$ 2,64 em relação ao preço anterior e se situaram em US$ 101,84 o barril (159 litros).
O petróleo, que hoje chegou a ser negociado abaixo dos US$ 100, fechou US$ 8,49 mais barato em relação à cotação de 13 de março, quando alcançou o recorde histórico de fechamento a US$ 110,33.
Os contratos de gasolina para entrega em abril ficaram US$ 0,04 mais caros frente ao preço anterior e terminaram cotados a US$ 2,6051 o galão (3,78 litros).
Os contratos de gasóleo de calefação para esse mesmo mês fecharam a US$ 2,9772 o galão, valor US$ 0,04 abaixo do vendido no dia anterior.
Os contratos de gás natural para esse mesmo mês encareceram US$ 0,04 e fecharam a US$ 9,065 por mil pés cúbicos.
A desvalorização no preço do petróleo WTI aconteceu depois do fortalecimento do dólar frente a outras divisas e de se conhecer os últimos dados do Departamento de Energia (DOE), que informaram aumento nas reservas nos Estados Unidos.
O relatório semanal do DOE refletiu, além disso, que o total de combustíveis e produtos derivados fornecidos ao mercado nas últimas quatro semanas foi de uma média de 20,3 milhões de barris diários, volume 3,2% inferior a igual período do ano passado.
A demanda de gasolina nesse mesmo período foi de uma média de 9,1 milhões de barris, 0,1% menos que há um ano e a de destilados se situou em uma média de 4,2 milhões de barris diários, 5,4% menos que em 2007.

