Inflação medida pelo IGP-M desacelera e sobe 0,69% em abril, diz FGV
da Folha Online
O IGP-M (Índice Geral de Preços Mercado) registrou alta de 0,69%, em abril --uma desaceleração em relação a março, quando houve alta de 0,74%.
A metodologia aplicada na apuração do IGP-M é a mesma do IGP-10 e do IGP-DI (usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel), também apurados pela FGV. A única diferença é o período de coleta diferente. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
O IPA (Índice de Preços por Atacado) teve alta de 0,65%, recuando em relação ao 0,96% registrado um mês antes. O índice relativo aos Bens Finais teve ligeira variação negativa de 0,01%neste mês, contra alta de 0,12% em março. Excluido os subgrupos alimentos "in natura" e combustíveis, o índice subiu 0,52%, contra 0,21% um mês antes.
O índice referente ao grupo Bens Intermediários subiu 1,72%, superando o 1,06% de março. O subgrupo materiais e componentes para a manufatura subiu de 0,89% no mês passado para 1,54% em abril. Após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, o índice subiu 1,86%, ante 1,23% em março.
O índice de Matérias-Primas Brutas teve deflação de 0,13% em abril; no mês anterior, o índice teve alta de 1,80%. Os itens soja em grão (de 1,87% para -7,81%), laranja (de 4,39% para -11,61%) e café em grão (de 2,29% para -8,17%) contribuíram para a desaceleração. Em alta ficaram os preços do arroz em casca (-5,24% para 6,44%), dos bovinos (1,68% para 4,12%) e do tomate (33,33% para 35,56%).
O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) subiu 0,76% em abril, contra 0,19% em março. A principal contribuição para a alta veio do grupo Alimentação (-0,02% para 1,76%). Ainda subiram os itens hortaliças e legumes (-0,28 para 8,20), frutas (-2,04% para 4,82%), carnes bovinas (-2,29% para 0,18%) e panificados e biscoitos (1,27% para 4,68%).
Também subiram os grupos Vestuário (-0,45% para 0,83%), Transportes (0,15% para 0,33%), Habitação (0,32% para 0,38%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,33% para 0,42%), com destaque para roupas (-0,61% para 1,32%), gasolina (-0,55% para 0,91%), material para limpeza (0,17% para 1,31%) e medicamentos em geral (0,27% para 0,82).
Os grupos Educação, Leitura e Recreação (0,52% para 0,20%) e Despesas Diversas (0,44% para 0,11%) tiveram recuo, com destaque para os itens passagens aéreas (7,18% para -0,63%) e cervejas (2,03% para 0,51%).
O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) registrou, em abril, taxa de variação de 0,82%, acima do resultado do mês anterior, de 0,59%. Apenas o grupo Mão-de-Obra subiu de 0,15% no mês anterior para 0,82% em abril. A aceleração foi conseqüência de reajustes salariais ocorridos nas cidades de Salvador e Rio de Janeiro. A taxa do grupo Materiais recuou de 1,05% para 0,91%. O grupo Serviços também apresentou desaceleração, passando de 0,68% em março para 0,41% em abril.
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Vejo isso como altos investimentos em publicidade a favor do PT. Exemplo, usar o possível sucesso da Petrobrás, alta do mercado internacional, estabilidade economica e todas as conquistas feitas antes de 2000 à favor de Lula.
A oposição deverá ter um belo plano eleitoral para 2010, se não irão se afundar ainda mais.
Um belo exemplo foi o Alkmim usar o mensalão para denegrir Lukla e o PT, mas ocorreu o inverso, por incrível que pareça.
Esquerdismo populista cego tomou conta do Brasil.
[]s
Eduardo.
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