Grau de investimento mostra que estamos na direção certa, diz economista do Real
da Folha Online
O economista-chefe do departamento de Asset Management do Banco Real, Hugo Penteado, disse nesta quarta-feira que a obtenção do grau de investimento pelo Brasil "é um reconhecimento que estamos na direção certa."
A Standard & Poor's, uma das principais agências de classificação do risco do mundo, anunciou que elevou o rating soberano (nota de risco de crédito) do Brasil para grau de investimento. Com a decisão, o rating do Brasil em moeda estrangeira em longo prazo passou de BB+ para BBB-, nota que já está incluída no grupo classificado como grau de investimento.
O grau de investimento é a classificação dada pelas agências de rating a países com poucas chances de deixar de honrar suas dívidas. Com a nota, o Brasil poderá receber recursos de grandes fundos internacionais que só têm autorização para investir em mercados que já conquistaram essa chancela de bom pagador.
"Nós atingimos a primeira nota do grau de investimentos, existe várias notas acima dessa, mas é o reconhecimento que estamos na direção certa", disse Penteado em comunicado.
Porém, ele lembra que a maioria dos fundos internacionais que possuem essa restrição de investimento "precisa de uma segunda agência também com nota grau de investimentos nas duas dívidas". Segundo o economista, a Moody's já está próximo disso, "pois já colocou a dívida em moeda estrangeira de longo prazo no grau de investimento." Mas, antes, a Moody's precisa colocar o rating soberano em perspectiva positiva.
"Ao longo de vários anos, o Brasil vem perseguindo políticas de estabilização econômica, cujas três pilastras são o superávit primário nas contas públicas, a política monetária independente e um sistema cambial flexível. Embora várias dessas políticas tenham sofrido um debate intenso, todas elas acabaram sendo preservadas, porque ficou bastante claro que os benefícios de mantê-las eram muito maiores a qualquer uma das alternativas apresentadas", explicou Penteado.
Segundo o economista, a política econômica voltada para a obtenção de superávits primários robustos e a política monetária foram fundamentais para ajudar o Brasil a obter o grau de investimento. "O sucesso dessas políticas tem como resultado a estabilidade do crescimento econômico, variável que influencia a trajetória da dívida pública no futuro positivamente. Nós somos agora o quarto país a ser grau de investimento na América Latina, depois do Chile, México e Peru, cuja elevação foi feita esse ano", disse ele.
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DEBELASTES O MOSTRO DA INFLAÇÃO COM SABEDORIA E COMPETÊNCIA...
SEMEATES O SOLO, PARA QUE OS QUE VIESSEM DEPOIS DE TI, PLANTASSEM COM A MESMA COMPETÊNCIA AS SEMENTES PARA QUE ,APROVEITANDO-SE DO CENÁRIO ECONOMICO INTERNACIONAL FAVORÁREL, ALACANCASSEMOS UM CRESCIMENO DIGNO COM AS OPORTUINIDADES...
MAS, ALEM DE NADA DISSO ACONTECER, ESTAO RESCUSSITANDO O MOSTRO DA INFLAÇÃO...
MAS OS ESCÂDALOS, A PTZADA ALOPRADA FOI MUITO COMPETENTE...
FAZER O QUE NE?
DA PRA COMPARAR???
QUE DESGRAÇA!
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Por que chegamos num determinado ponto em que só o radicalismo poderá reduzir: as mordomias, as gastanças dos cartões corporativos, os auto-aumentos de salários, as milionárias verbas de campanha, os mensalões, os PACs eleitoreiros indiscriminados, os impostos e os juros absurdos, a destruição da Amazônia, o amor promíscuo de Lula com Hugo Chavez e Morales, as super-verbas de campanha, os cofres-cuecas dos professores de pós-doutorado do PC Farias e do Collor, os relatórios confidenciais governamentais usados como armas de intimidação, as barganhas de cargos públicos, dos conchavos entre partidos para votações tipo CPMF/CSS e mais outras centenas de absurdos.
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