Após sete anos, BNDES planeja obter recursos no exterior
da Folha Online
Afastado do mercado internacional de capitais desde 2001, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) estuda voltar a captar recursos no exterior após a decisão da Standard & Poor's de conceder também ao banco o grau de investimento, segundo reportagem da edição dominical da Folha (íntegra do texto exclusiva para assinantes do jornal e do UOL).
Na avaliação do chefe do departamento de operações de captação de renda fixa do BNDES, Carlos Lagrota, o mercado internacional se abrirá não apenas ao BNDES mas também a todas as empresas brasileiras a partir do "investment grade" que o país obteve.
Apesar da possibilidade de novas captações no exterior, Lagrota disse que o foco do banco continuará sendo o lançamento de títulos no país. Tradicionalmente, o BNDES não é um grande emissor de títulos internacionais. É que o banco capta recursos no país com juro muito baixo, já que uma de suas principais fontes de financiamento é o FAT (Fundo de Aparo ao Trabalhador).
O retorno dos empréstimos já concedidos é, porém, a mais importante fonte de recursos do BNDES, que neste ano terá disponível até R$ 80 bilhões para financiamentos. Desde 2006, o BNDES já havia sido alçado a 'investment grade' pela classificação da Moody's. É que a agência, diferentemente da S&P, não vincula a nota de risco de estatais à avaliação dada ao país.
A expectativa de analistas e do próprio governo brasileiro é que o grau de investimento, concedido na última quarta-feira (30) pela agência de classificação Standard & Poor's, abre espaço para um fluxo maior de investimentos internacionais, que viam na falta desse grau a última barreira para os investimentos no país.
O presidente do BC (Banco Central), Henrique Meirelles, afirmou na quarta-feira que o país deve passar agora por um momento de aumento no fluxo de investimentos para o Brasil e que isso possibilitará que a economia cresça a taxas mais elevadas.
Dois dias depois de anunciar o grau de investimento do Brasil, a agência de classificação Standard & Poor's informou que para ganhar um novo "up grade", no entanto, o país precisa apertar a política fiscal e ter um crescimento econômico (Produto Interno Bruto) maior.
Em teleconferência com investidores, Lisa Schineller, analista do Brasil para a S&P e diretora de ratings (notas de risco) soberanos da agência, afirmou que espera ver neste ano uma queda mais expressiva da relação dívida/PIB.
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DEBELASTES O MOSTRO DA INFLAÇÃO COM SABEDORIA E COMPETÊNCIA...
SEMEATES O SOLO, PARA QUE OS QUE VIESSEM DEPOIS DE TI, PLANTASSEM COM A MESMA COMPETÊNCIA AS SEMENTES PARA QUE ,APROVEITANDO-SE DO CENÁRIO ECONOMICO INTERNACIONAL FAVORÁREL, ALACANCASSEMOS UM CRESCIMENO DIGNO COM AS OPORTUINIDADES...
MAS, ALEM DE NADA DISSO ACONTECER, ESTAO RESCUSSITANDO O MOSTRO DA INFLAÇÃO...
MAS OS ESCÂDALOS, A PTZADA ALOPRADA FOI MUITO COMPETENTE...
FAZER O QUE NE?
DA PRA COMPARAR???
QUE DESGRAÇA!
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Por que chegamos num determinado ponto em que só o radicalismo poderá reduzir: as mordomias, as gastanças dos cartões corporativos, os auto-aumentos de salários, as milionárias verbas de campanha, os mensalões, os PACs eleitoreiros indiscriminados, os impostos e os juros absurdos, a destruição da Amazônia, o amor promíscuo de Lula com Hugo Chavez e Morales, as super-verbas de campanha, os cofres-cuecas dos professores de pós-doutorado do PC Farias e do Collor, os relatórios confidenciais governamentais usados como armas de intimidação, as barganhas de cargos públicos, dos conchavos entre partidos para votações tipo CPMF/CSS e mais outras centenas de absurdos.
Por que sou a favor da imprensa LIVRE?
Porque mesmo sabendo que existem jornalistas parciais, eles não chegam com toda força nas manchetes porque suas matérias passam pelo chefe de redação, editoria, conselho editorial etc. Porque existe a figura do ombudsman que pode ter as suas observações contestadas pela editoria, mas não pode ser calado.
Sou a favor das matérias investigativas, das denúncias e da preservação das fontes. Quem se sentir prejudicado que conteste e peça retratação ou ressarcimento judicialmente.
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