Dinheiro
05/05/2008 - 03h45

Brasil possui uma "Itaipu atrasada" em novas usinas

da Folha Online

Levantamento da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) revela um atraso na construção de usinas de geração de energia que, somadas, equivalem ao potencial da hidrelétrica de Itaipu, fornecedora de 20% da eletricidade consumida no Brasil, revela reportagem de Agnaldo Brito publicada na Folha desta segunda-feira (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

No total, metade da capacidade de geração prometida por empreendedores, incluindo concessões de parques eólicos ou termelétricas, não tem data para entrar em operação.

Juntas, as usinas dariam ao sistema mais 29,5 mil MW (megawatts) em capacidade de geração, um incremento de 30% sobre o atual potencial instalado no país. Segundo a Aneel, 15 mil MW não possuem qualquer previsão de instalação. São obras que possuem "graves impedimentos para entrada em operação", segundo relato da agência.

Outra reportagem publicada na Folha (íntegra para assinantes) mostra que o governo federal espera que mais 2.583 MW sejam incorporados ao sistema elétrico brasileiro até dezembro deste ano.

Para 2009, a expectativa do Ministério de Minas e Energia (MME) é a de que 4.825 MW sejam acrescidos à capacidade de produção comercial de energia. "São números muito conservadores. Na dúvida, não estamos considerando", diz Ronaldo Schuck, secretário de energia do ministério.

Na avaliação do governo, esses volumes são mais do que suficientes para assegurar o abastecimento do mercado brasileiro.

Leia as matérias completas na Folha desta segunda, que está nas bancas.

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Comentários dos leitores
Edison . (13) 11/09/2008 14h28
Edison . (13) 11/09/2008 14h28
Comentários de gente deste governo,sou como São Tomé.
'SÓ ACREDITO VENDO"
O SR LULA, GOSTA MUITO DE ACENAR COM O CHAPÉU ALHEIO.
sem opinião
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jose coser (1) 08/09/2008 12h28
jose coser (1) 08/09/2008 12h28
Há tempos aguardo a oportunidade.
Meus agradecimentos
José Izidoro Cóser
1 opinião
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J. R. (11) 08/09/2008 09h42
J. R. (11) 08/09/2008 09h42
Ao que parece é um problema de administração interna do setor de energia do Paraguai. O Paraguai poderia fazer parcerias e conseguir do Brasil o direito de revender a energia a quem quisesse, alterando o atual contrato leonino. Poderia contratar novas linhas e vender o excedente aos vizinhos por meio de leilão. Tenho certeza que irão encontrar uma saída, uma vez que a riqueza aí está, bastando apenas explorá-la acertadamente. 2 opiniões
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