Moody's aponta dívida pública como principal razão para manter rating do Brasil
da Folha Online
A agência Moody's apontou a dívida pública brasileira como um dos principais empecilhos à melhora na avaliação do rating soberano do país) (nota de risco de crédito), em seu relatório anual sobre o Brasil divulgado nesta terça-feira.
Entenda o que é "rating" ou nota de risco
A atual nota (Ba1) concedida pela Moody's ainda classifica o país como grau especulativo, categoria que engloba nações de maior risco de crédito na comparação com países da categoria grau de investimento.
"A informação disponível confirma o que os indicadores da dívida pública do Brasil estão fora de linha com os parâmetros para [a classificação] 'grau de investimento' e, em alguns casos, também em relação ao grupo [dos países] que não é 'grau de investimento'", afirma a equipe de analistas da agência em seu relatório.
"Nestas condições, a ausência de fatores que possam realmente compensar os riscos associados ao relativamente alto débito governamental constrangem as perspectivas de uma melhora no rating", acrescenta a nota.
Na semana passada, a agência Standard & Poor's revisou para cima o rating concedido ao Brasil, melhorando a classificação geral para grau de investimento.
Em seu comunicado oficial, porém, a equipe de analistas da agência também manifesta preocupação com a dívida pública brasileira --em comparação com o PIB (Produto Interno Bruto)--, mas ressalta outros fatores, como o alto nível das reservas internacionais, para justificar sua decisão.
A outra agência influente de classificação de risco, a Fitch, confirmou que reavalia a nota de risco brasileira. No mercado já se especula que esta empresa pode anunciar novidades sobre o rating brasileiro no curto prazo.
Analistas acreditam, porém, que a Moody's deve ter uma avaliação bem mais rigorosa sobre a economia brasileira e ser a última agência das três a melhorar o status de devedor do Brasil.
O rating é uma opinião sobre a capacidade de um país ou uma empresa saldar seus compromissos financeiros. Esse rating é sempre aplicado a títulos de dívida de algum emissor. Se uma empresa quer captar recursos no mercado e oferece papéis que rendem juros a investidores, a agência prepara essa avaliação desses títulos, baseado nas condições do emissor, para que os potenciais compradores avaliem os riscos.
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DEBELASTES O MOSTRO DA INFLAÇÃO COM SABEDORIA E COMPETÊNCIA...
SEMEATES O SOLO, PARA QUE OS QUE VIESSEM DEPOIS DE TI, PLANTASSEM COM A MESMA COMPETÊNCIA AS SEMENTES PARA QUE ,APROVEITANDO-SE DO CENÁRIO ECONOMICO INTERNACIONAL FAVORÁREL, ALACANCASSEMOS UM CRESCIMENO DIGNO COM AS OPORTUINIDADES...
MAS, ALEM DE NADA DISSO ACONTECER, ESTAO RESCUSSITANDO O MOSTRO DA INFLAÇÃO...
MAS OS ESCÂDALOS, A PTZADA ALOPRADA FOI MUITO COMPETENTE...
FAZER O QUE NE?
DA PRA COMPARAR???
QUE DESGRAÇA!
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Por que chegamos num determinado ponto em que só o radicalismo poderá reduzir: as mordomias, as gastanças dos cartões corporativos, os auto-aumentos de salários, as milionárias verbas de campanha, os mensalões, os PACs eleitoreiros indiscriminados, os impostos e os juros absurdos, a destruição da Amazônia, o amor promíscuo de Lula com Hugo Chavez e Morales, as super-verbas de campanha, os cofres-cuecas dos professores de pós-doutorado do PC Farias e do Collor, os relatórios confidenciais governamentais usados como armas de intimidação, as barganhas de cargos públicos, dos conchavos entre partidos para votações tipo CPMF/CSS e mais outras centenas de absurdos.
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