Dinheiro
06/05/2008 - 15h43

Escassez de insumos limita aumento da produção de alimentos, diz ministro

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da Agência Brasil

A escassez de insumos está se tornando um fator limitante para o aumento da produção de alimentos. A afirmação foi feita hoje pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. Segundo ele, a procura por insumos está crescendo, de forma geral, no mundo, mas a falta de insumos pode vir a ser um problema.

"Desde vitaminas, que são necessárias, até insumos mais conhecidos, como defensivos e adubos, [a procura] está crescendo muito. E o problema já não é mais nem o aumento do preço, é até ter a falta de insumos", afirmou Stephanes.

O ministro teme que até os Jogos Olímpicos, que serão realizados em agosto deste ano, na China, acabem interferindo na oferta de insumos. "Porque a China, que é uma grande produtora de insumos, vai fechar as fábricas nas regiões próximas [às cidades-sede de competições esportivas], durante dois meses, para diminuir a poluição. Então, até isso está tendo reflexo."

Quanto ao estímulo à produção de alimentos, Stephanes disse que o ministério ainda está trabalhando nisso, mas adiantou que há quatro produtos considerados mais sensíveis, que terão tratamento mais específico: feijão, arroz, trigo e milho.

O minsitro da Agricultura fez as declarações, no início da tarde, antes de participar da reunião da CNA (Comissão Nacional de Cana-de-Açúcar da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil).

Comentários dos leitores
Renato Ribeiro de Oliveira (2) 15/10/2009 19h58
Renato Ribeiro de Oliveira (2) 15/10/2009 19h58
A população mundial esta cega! pensando em quanto o mercado de ações vai ser bom, se o dólar vai cair ou subir, e esquecemos de pessoas que estão passando fome a nossa volta.
No mundo composto por 6 bilhões de pessoas, 4 bilhões passam com menos de 2 dólares por dia!
A teoria de Malthus foi quebrada, hoje à alimentos para todos, porém o excedente fica nas mãos de poucas pessoas no mundo.
O que está errado? Nada mais do que o sistema! esse sistema concentrador acaba bdneficiando poucas pessoas e excluindo a grande maioria da população. Como diz o economista chileno Max Neef: A economia esta para servir as pessoas e não o contrário.
Temos que parar com essa corrida desenfrada do excedente, e pensar numa solução justa para todos.

Renato Ribeiro de Oliveira - 4° ano de Economia - FAC FITO - Osasco - SP - Brasil.
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Marcos Antonio Fernandes (5) 14/10/2009 13h34
Marcos Antonio Fernandes (5) 14/10/2009 13h34
Estudos científicos divulgados ao final da década passada indicaram que se todas as nações do mundo, ao invés de aplicarem substanciais parcelas de seus respectivos Produto Interno Bruto (PIB) em materiais bélicos, que, em termos atuais, atinge a extraordinária cifra de 2.000.000.000.000US$ (dois trilhões de dólares) ao ano, em políticas públicas adequadas para o combate a essa gravíssima situação, em apenas 5 (cinco) anos seria possível não só a erradição da fome, quanto a geração de emprego e renda para todos os habitantes do planeta Terra, proporcionando-lhes, por conseguinte, uma vida digna.
É lamentável constatar, pois, de acordo com reconhece, aliás, um dos dirigentes da FAO, que a eliminação da fome e da subnutrição dependa tão-só de vontade política.
Salta à evidência, pois, que o homem está se utilizando, de forma equivocada, do livre arbítrio que o ente supremo lhe concedeu, expondo a condições sub-humanas mais de um bilhão de seus semelhantes.
É bem por isso que o Armagedon se aproxima, nisto crendo quem tem olhos de ver e ouvidos de ouvir.
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Antonio Fouto Dias (2735) 13/10/2009 14h04
Antonio Fouto Dias (2735) 13/10/2009 14h04
Os produtores de cana que se cuidem, uma vez que, quando se iniciar a exploraçãodo pre-sal e o Brasil estiver produzindo muito mais do que sua real necessidade de consumo de petróleo, certamente, mesmo que a Petrobrás não queira, os preços do óleo diesel e da gasolina irão cair, fato que tornará o consumo de álcool não compensador, pois se o preço de ambos os combustíveis estiverem iguais ou próximos, o proprietário do veículo optará pela gasolina, pois será mais econômica.
Se agora, do jeito que está já existem problemas no setor alcooleiro, imaginem então com o preço dos combustíveis oriundos do petróleo de baixo valor.
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