Uruguai bate recorde de colheita de arroz em meio ao aumento dos preços
da France Presse, em Montevidéu
Em tempos de alta nos preços do arroz, o Uruguai, principal exportador do produto da América Latina, irá alcançar na semana que vem seu recorde histórico de colheita, com mais de 1,4 milhão de toneladas, das quais exporta 95%, informou nesta terça-feira a Associação de Plantadores de Arroz do país (ACA).
"Não se trata de um recorde de sorte, já que está de acordo com o ótimo nível de produtividade associado ao sistema de rotação do cultivo com os pastos, o que garante a sustentabilidade", destacou o presidente da ACA, Tabaré Aguerre.
Apesar de constituir um produto básico da dieta nacional, o Uruguai consome apenas 2% do arroz que produz, utiliza 3% para sementes e exporta os outros 95%, e é um dos três países da América Latina --junto com Colômbia e Argentina-- que sempre registram saldo exportador.
A produção é realizada por empresas de todos os portes, concentradas nos departamentos de Rocha, Lavalleja, Treinta y Tres, e Cerro Largo, na área nordeste do país.
O maior exportador do mundo é a Tailândia, que vendeu em 2007 cerca de 9,5 milhões de toneladas do produto.
O Uruguai se encontra no sétimo lugar, e seu produto é enviado principalmente para o Brasil, União Européia e Oriente Médio.
O arroz irá significar neste ano entre 10% a 15% das exportações uruguaias, sem que existam, entretanto, uma estimativa do lucro total, devido à volatilidade dos mercados para um produto que experimentou um explosivo aumento dos preços nos últimos meses.
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É uma pena que o governo do PT só tenha discurso, pois na prática está conseguindo ser muito pior que os anteriores. Tenho saudade da época em que quando havia inflação havia reposição salarial. Naquela época o governo tinha mais respeito com os seus eleitores. Hoje o que se vê é o senhor Luiz Inácio Lula da Silva, contando lorotas e até ofendendo pessoas de bem com o seu rompante, enquanto isso quem vai ao supermercado, nas farmacias e paga luz, água e aluguel está assistindo a cada dia diminuir o seu poder de compra.
Como diz uma música de seu Jorge; Temos um Brasil que cheira e outro que fede, um brasil que esbanja e outro que pede. Eu como trabalho moro no Brasil que fede e pertenço a classe do brasil que pede.
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Obs: Aos que possam fazer comentários críticos, informo que sou de famíla pobre, porém "invendável" .Tenho apenas o 2º grau écnico.
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