Inflação registra alta de 1,12% em abril, informa FGV
da Folha Online
Atualizado às 9h26
O IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) teve alta de 1,12% em abril, contra uma alta de 0,70% em março, informou nesta quarta-feira a FGV.
A metodologia aplicada na apuração do IGP-DI é a mesma do IGP-10 e do IGP-M --usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel--, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. O IGP-DI de abril foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 30 do mês de referência.
O IPA (Índice de Preços por Atacado) subiu 1,30%, contra 0,80% um mês antes. O índice relativo a Bens Finais teve ligeira variação positiva de 0,05%, contra 0,44% em março. A principal contribuição para a desaceleração veio de alimentos in natura, que passou de alta 0,39% para deflação de 7,58% no mês passado. Excluídos alimentos in natura e combustíveis, o índice teve variação de 0,84%, contra 0,36% em março.
O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) subiu 0,72%, acima do 0,45% registrado em março. A maior contribuição para a aceleração do IPC veio do grupo Alimentação (0,62% para 1,69%), com destaque para os itens carnes bovinas (-1,82% para 1,28%), frutas (0,78% para 4,39%), hortaliças e legumes (3,18% para 5,48%) e panificados e biscoitos (1,87% para 5,78%).
O núcleo do IPC registrou alta de 0,38% em abril, contra 0,31% em março. Também subiram os preços nos grupos Vestuário (-0,29% para 1,23%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,34% para 0,64%), com destaque para roupas (-040% para 1,84%), medicamentos em geral (0,26% para 1,78%) e artigos de higiene e cuidados pessoais (0,11% para 0,26%).
Tiveram desaceleração os preços nos grupos Habitação (0,47% para 0,22%), Educação, Leitura e Recreação (0,55% para 0,07%), Transportes (0,35% para 0,33%) e Despesas Diversas (0,29% para 0,19%), com destaque para os itens tarifa de eletricidade residencial (1,11% para -0,70%), tarifa de passagem aérea (8,83% para -1,81%), tarifa de metrô (1,06% para 0,48%) e cervejas (1,55% para 0,20%).
O índice do grupo Bens Intermediários subiu 1,88% em abril, contra 1,01% em março, com destaque para o subgrupo materiais e componentes para a manufatura (que quase dobrou, passando de 1% para 1,91%). Excluídos os combustíveis e lubrificantes para a produção, houve alta de 1,91%, contra 1,21% em março.
No estágio das Matérias-Primas Brutas, a alta em abril foi de 1,90%, contra 0,92% em março. Os destaques foram arroz em casca (de -1,30% para 27,78%), minério de ferro (9,11% para 13,48%) e mandioca (-11,45% para -6,53%). Em alta ficaram os preços dos itens: laranja (0,60% para -18,21%), tomate (53,22% para 16,94%) e suínos (4,65% para -1,37%).
O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) subiu 0,87% em abril, contra 0,66% em março. Dois dos três grupos componentes do índice apresentaram aceleração. A taxa do grupo Serviços subiu de 0,41% para 0,57%. O grupo Mão-de-Obra avançou de 0,32% para 0,88%. A aceleração foi conseqüência de reajustes salariais por ocasião da data base nas cidades de Salvador e Rio de Janeiro. O índice relativo a materiais recuou de 1,07% em março para 0,92% em abril.
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Vejo isso como altos investimentos em publicidade a favor do PT. Exemplo, usar o possível sucesso da Petrobrás, alta do mercado internacional, estabilidade economica e todas as conquistas feitas antes de 2000 à favor de Lula.
A oposição deverá ter um belo plano eleitoral para 2010, se não irão se afundar ainda mais.
Um belo exemplo foi o Alkmim usar o mensalão para denegrir Lukla e o PT, mas ocorreu o inverso, por incrível que pareça.
Esquerdismo populista cego tomou conta do Brasil.
[]s
Eduardo.
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A inflação, até pode ter caído, mas os juros praticados pelo Brasil, ainda são um dos mais altos do mundo.
Isso prejudica, entre outras coisas, diretamente o crescimento das empresas, e a geração de novos empregos.
Mas quem liga para isso?
Afinal os bancos, grandes amigos e parceiros deste governo que aí está, nunca ganharam tanto dinheiro como agora.
Então tudo bem.
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