Dinheiro
09/05/2008 - 08h32

Conselho de Direitos Humanos avaliará impacto da crise dos alimentos

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da Efe, em Genebra

O CDH (Conselho de Direitos Humanos) da ONU (Organização das Nações Unidas) realizará uma sessão especial no próximo dia 23 para avaliar o impacto da crise do alimentos no mundo, com o apoio do Brasil para a iniciativa, entre outros.

A reunião acontecerá por iniciativa de Cuba, em representação ao Movimento dos Não-Alinhados; do Egito, pelo Grupo Africano; do Paquistão, pela Organização da Conferência Islâmica; e da delegação diplomática palestina, pelo Grupo de Estados Árabes, que reuniram o apoio de 41 países para esse objetivo.

Além do Brasil, entre os que apóiam a idéia estão também França, Alemanha, Japão, Suíça e Espanha, China e Uruguai.

O forte aumento do preço de vários alimentos básicos, particularmente os cereais, no mercado internacional e sua repercussão entre os pobres gerou uma polêmica a respeito da responsabilidade dos biocombustíveis e da especulação financeira nesta situação.

A ONU pediu a seus doadores fundos suplementares no valor de US$ 775 milhões para atenuar os efeitos desta explosão de preços nos países mais pobres. Além disso, convocou uma cúpula internacional na Itália, de 3 a 5 de junho, para discutir o assunto.

Comentários dos leitores
Renato Ribeiro de Oliveira (1) 15/10/2009 19h58
Renato Ribeiro de Oliveira (1) 15/10/2009 19h58
A população mundial esta cega! pensando em quanto o mercado de ações vai ser bom, se o dólar vai cair ou subir, e esquecemos de pessoas que estão passando fome a nossa volta.
No mundo composto por 6 bilhões de pessoas, 4 bilhões passam com menos de 2 dólares por dia!
A teoria de Malthus foi quebrada, hoje à alimentos para todos, porém o excedente fica nas mãos de poucas pessoas no mundo.
O que está errado? Nada mais do que o sistema! esse sistema concentrador acaba bdneficiando poucas pessoas e excluindo a grande maioria da população. Como diz o economista chileno Max Neef: A economia esta para servir as pessoas e não o contrário.
Temos que parar com essa corrida desenfrada do excedente, e pensar numa solução justa para todos.

Renato Ribeiro de Oliveira - 4° ano de Economia - FAC FITO - Osasco - SP - Brasil.
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Marcos Antonio Fernandes (5) 14/10/2009 13h34
Marcos Antonio Fernandes (5) 14/10/2009 13h34
Estudos científicos divulgados ao final da década passada indicaram que se todas as nações do mundo, ao invés de aplicarem substanciais parcelas de seus respectivos Produto Interno Bruto (PIB) em materiais bélicos, que, em termos atuais, atinge a extraordinária cifra de 2.000.000.000.000US$ (dois trilhões de dólares) ao ano, em políticas públicas adequadas para o combate a essa gravíssima situação, em apenas 5 (cinco) anos seria possível não só a erradição da fome, quanto a geração de emprego e renda para todos os habitantes do planeta Terra, proporcionando-lhes, por conseguinte, uma vida digna.
É lamentável constatar, pois, de acordo com reconhece, aliás, um dos dirigentes da FAO, que a eliminação da fome e da subnutrição dependa tão-só de vontade política.
Salta à evidência, pois, que o homem está se utilizando, de forma equivocada, do livre arbítrio que o ente supremo lhe concedeu, expondo a condições sub-humanas mais de um bilhão de seus semelhantes.
É bem por isso que o Armagedon se aproxima, nisto crendo quem tem olhos de ver e ouvidos de ouvir.
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Antonio Fouto Dias (2566) 13/10/2009 14h04
Antonio Fouto Dias (2566) 13/10/2009 14h04
Os produtores de cana que se cuidem, uma vez que, quando se iniciar a exploraçãodo pre-sal e o Brasil estiver produzindo muito mais do que sua real necessidade de consumo de petróleo, certamente, mesmo que a Petrobrás não queira, os preços do óleo diesel e da gasolina irão cair, fato que tornará o consumo de álcool não compensador, pois se o preço de ambos os combustíveis estiverem iguais ou próximos, o proprietário do veículo optará pela gasolina, pois será mais econômica.
Se agora, do jeito que está já existem problemas no setor alcooleiro, imaginem então com o preço dos combustíveis oriundos do petróleo de baixo valor.
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