Dinheiro
09/05/2008 - 08h32

Conselho de Direitos Humanos avaliará impacto da crise dos alimentos

Publicidade

da Efe, em Genebra

O CDH (Conselho de Direitos Humanos) da ONU (Organização das Nações Unidas) realizará uma sessão especial no próximo dia 23 para avaliar o impacto da crise do alimentos no mundo, com o apoio do Brasil para a iniciativa, entre outros.

A reunião acontecerá por iniciativa de Cuba, em representação ao Movimento dos Não-Alinhados; do Egito, pelo Grupo Africano; do Paquistão, pela Organização da Conferência Islâmica; e da delegação diplomática palestina, pelo Grupo de Estados Árabes, que reuniram o apoio de 41 países para esse objetivo.

Além do Brasil, entre os que apóiam a idéia estão também França, Alemanha, Japão, Suíça e Espanha, China e Uruguai.

O forte aumento do preço de vários alimentos básicos, particularmente os cereais, no mercado internacional e sua repercussão entre os pobres gerou uma polêmica a respeito da responsabilidade dos biocombustíveis e da especulação financeira nesta situação.

A ONU pediu a seus doadores fundos suplementares no valor de US$ 775 milhões para atenuar os efeitos desta explosão de preços nos países mais pobres. Além disso, convocou uma cúpula internacional na Itália, de 3 a 5 de junho, para discutir o assunto.

Comentários dos leitores
Sebastião Vicentim (45) 16/11/2009 16h18
Sebastião Vicentim (45) 16/11/2009 16h18
Muito alarido, pelo diretor da FAO. ele está fazendo o seu papel. Agora... previsão para 2050 (daqui 40 anos). Será que esse diretor ou os especialistas se lembram do que seria necessário fazer, em 1968 em relação à fome no mundo? Em 40 anos, quais países ainda serão emergentes? É realmente problema de vontade política e de se ensinar e dar condições de "pescar" e não de dar o peixe já frito a esse segmento faminto da sociedade. Soluções estão à mostra a todo momento e para todo mundo. Uma delas é a transferência de tecnologia. Com tanta boa vontade que notamos em nossos líderes mundiais, não seria difícil um consórcio onde se ensinaria e proveria de boa infra-estrutura, de forma eficiente e eficaz, o cultivo, a produção, consumo de alimentos, erradicando a fome no mundo. Medidas nesses moldes não são para 2040, 2050 e sim pra já. A FAO deveria atuar em idéias semelhantes, em reunir nações realmente empenhadas em ajudar o povo faminto desse planeta e não em fazer considerações do que esse ou aquele País deve fazer. sem opinião
avalie fechar
O Pacificador (135) 16/11/2009 13h40
O Pacificador (135) 16/11/2009 13h40
"Países emergentes precisam dobrar produção de alimentos até 2050..."
Aqui no Brasil, podem esquecer.
Sem chance...
Ao menos se continuarem os atos de organizações tipo MST, que invadem, destroem e queimam lavouras, com nossas autoridades assistindo á tudo, imersas no mais profundo e nojento silêncio constrangedor, não vai ter produção suficiente não.
Estamos deixando de ser uma nação do agronegócio, e nos tornando uma republiqueta especializada no "agroterror"...
4 opiniões
avalie fechar
Cleverson Castilho Menon (5) 16/11/2009 12h16
Cleverson Castilho Menon (5) 16/11/2009 12h16
Os paises ricos são uma piada mesmo. Enquanto eles destroem a Terra, querem que os paises emergentes alimentem aqueles que os ricos destroem. Devem os emergentes ajudar os pobres sim... mas os ricos deveriam e vão morrer de fome um dia. sem opinião
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (199)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca