Dólar fecha a R$ 1,68; mercado ajusta preços após quatro dias de alta
da Folha Online
O dólar comercial foi negociado a R$ 1,686 na venda, em declínio de 0,47%, nas últimas operações registradas nesta sexta-feira. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 1,800 (venda), um acréscimo de 0,55% sobre a taxa final de ontem.
Após quatro dias de alta, o mercado de câmbio devolveu parte dos ganhos acumulados na semana. Analistas comentam que a perspectiva de juros ainda mais altos no Brasil, com a elevação da taxa Selic, tende a estimular a entrada de dólares no país e derrubar as cotações.
Nesta semana, o mercado também foi agitado por rumores de que a agência Fitch poderia revisar o rating (nota de risco de crédito) do Brasil, a exemplo da Standard & Poor's na semana passada. Esse boato não teve confirmação e até "esfriou", após a Moody's ter mantido a nota brasileira aquém do nível de grau de investimento.
A taxa de câmbio retornou ao nível "pré-grau de investimento" nesta semana, com investidores que se tornem realidade os comentários sobre a constituição de um fundo soberano. Esse fundo, que usa como recurso as reservas internacionais, pode ter impacto direto sobre os preços da moeda americana.
O Banco Central promoveu leilão de câmbio às 15h24 e comprou dólares por R$ 1,6914 (taxa de corte). Até ontem, o nível das reservas internacionais atingiu US$ 197,174 bilhões.
Juros futuros
Na BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros), os agentes financeiros mostraram mais uma vez preocupação com os índices de preços e a expectativa de um novo aumento da taxa Selic.
No contrato de janeiro de 2009, a taxa projetada passou de 13,02% ao ano para 13,12%; no contrato de janeiro de 2010, a taxa projetada subiu de 14,14% para 14,31%; e no contrato de janeiro de 2011, a taxa projetada avançou de 14,17% mantida em 14,33%.
Entre as principais notícias do dia, a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou alta de 0,55% em abril, ante 0,48% em março. O número veio em linha com as expectativas com o mercado financeiro. O IPCA é o índice oficial para as metas de inflação do governo.
A primeira prévia do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) apontou alta de 1,36% em maio. Para o mesmo período de apuração no mês de abril, a variação foi de 0,33%.
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Especial


http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u402034.shtml
10% MAIS RICOS NO BRASIL DETÊM 75% DA RIQUEZA.
Parabéns pelo crescimento econômico do Brasil em geral. Mas, acredito que com fundo soberano, é dar continuidade a um problema brasileiro que sempre vem sendo citado, ALTA TRIBUTAÇÃO. Acho que ainda não é hora de fazer um "cofrinho", como citou nosso ilustre ministro Mantega, isso só iria aumentar ainda mais os números citados na reportagem acima.
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