Bovespa acompanha perdas em NY e fecha em queda de 0,11%
da Folha Online
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) encerrou o pregão desta sexta-feira com perdas modestas, pressionada, de um lado, pela derrocada das Bolsas americanas, mas com a retração limitada pela valorização das ações da Petrobras.
Analistas comentam que a disparada dos preços do petróleo contribuem para puxar as ações da estatal petrolífera, que entrega na segunda-feira o balanço do primeiro trimestre. Mesmo com a descoberta de campos de petróleo de potencial significativo, analistas vêem com alguma reserva os números da estatal a serem divulgados, devido ao incremento dos custos visto nos balanços anteriores. "Os últimos balanços da Petrobras têm sistematicamente decepcionado o mercado", comenta Saulo Sabbá, diretor de gestão da Máxima Asset Management.
O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa paulista, cedeu 0,11%, para os 69.646 pontos. O giro financeiro foi de R$ 4,73 bilhões, bem abaixo da média dos últimos dias, sinalizando que passou a euforia dos investidores vista logo após o anúncio da promoção do rating brasileiro para grau de investimento.
"É claro que o grande volume de recursos que se fala que virá para o Brasil será cadenciado e mito modesto se vier no segundo semestre, visando investimento de longo prazo", comenta a equipe de analistas da corretora Planner, em relatório para investidores. "O mais importante neste momento é outra agência de rating ratificar o grau de investimento, o que deve vir da Fitch até o fim de junho, já que a Moody's salientou a necessidade de reforço das dívidas públicas e do perfil da dívida".
O dólar comercial foi cotado a R$ 1,686 para venda, em declínio de 0,47%. A taxa de risco-país atinge 216 pontos, um número 2,36% mais alto.
Entre as principais notícias do dia, a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou alta de 0,55% em abril, ante 0,48% em março. O número veio em linha com as expectativas com o mercado financeiro.
A primeira prévia do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) apontou alta de 1,36% em maio. Para o mesmo período de apuração no mês de abril, a variação foi de 0,33%.
O barril de petróleo se aproximou da cotação histórica de US$ 126 na praça de Nova York, em mais um dia de disparada dos preços da commodity, provocada, entre outros fatores, pela desvalorização do dólar.
No front corporativo, a empresa B2W, líder nacional em vendas on-line, anunciou nesta sexta-feira que obteve lucro líquido de R$ 14,92 milhões no primeiro trimestre do ano, 18% a mais do que o registrado no mesmo período do ano anterior. A ação ordinária retraiu 0,77%, para R$ 62,40, nesta sexta-feira.
A cadeia varejista Lojas Americanas anunciou lucro de R$ 5,5 milhões no primeiro trimestre, número que representa um decréscimo de 67,6% sobre o resultado em idêntico período do ano passado. A ação preferencial teve perdas de 4,46%, para R$ 13,04, neste pregão.
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Especial


Falavam que o Lula só conduzia a economia graças aos bons ventos externos, porém, com essa desaceleração americana o Brasil continua batendo recordes e deixando a oposição sem argumentos.
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A aversão pelo LULA ou pelo PT está amadurecendo um confronto que não é característico do povo brasileiro. É impressionanete como alguns conseguem tornar menor os imensos avanços que este governo tem proporcionado tão somente pelo antagonismo que chega ao estremo de não se questionar o que um Senador da República receba um documento confidencial e ao inves de solicitar a prisão dos envolvidos use este documento para, tristemente arraigar o confronto que nada lembra o brasileiro.
Onde anda o nacionalismo? Onde anda o respeito ás instituições? Vi brasileiros sendo convidados de uma forma pouco cortez a abandonar o solo pátrio: Ame-o ou deixe-o! Fruto de uma polarização que parecia ser mais fundamentada que a que está se agigantando agora. (Fui e sou totalmente contra ao Regime Militar que governou nos governou). Vi ainda o mesmo regime se curvar a genuidade do povo brasileiro e reconhecer: - Lugar de brasileiro é no Brasil!... Sofremos muito. Fomos humilhados por tanto tempo ao sermos submetidos aos ditames externos no comando de nossa economia. Agora que parece haver chegado a hora de exercitarmos os nossos sorrisos há muitos que preferem torcer para que o retrocesso volte a tisnas nossos dentes e a enturvar nossos olhos.
Brasileiros por onde anda as nossas fibras. Qaunto tempo sem ver exaltado o ORGULHO de ser brasileiro.
Que pena... que pena,,,
Quantos paises não gostariam de estar em nosso lugar?
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abs
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