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Dinheiro
13/05/2008 - 16h32

Dólar fecha a R$ 1,65; taxa cede pelo terceiro dia

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da Folha Online

Atualizada às 17h

O dólar comercial foi cotado a R$ 1,654 para venda, em retração de 0,54%, nos últimos negócios desta terça-feira. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi vendido por R$ 1,760, em baixa de 0,56%. Trata-se do terceiro dia consecutivo de queda nas cotações da moeda americana.

"A semana começou bem, com entrada de recursos e superávit comercial. As Bolsas de Valores, apesar das últimas quedas, estão com um desempenho razoável. E hoje, veio dos EUA a informação de que, fora alguns setores, a economista está um pouco mais razoável", avalia João Medeiros, diretor de câmbio da corretora Pioneer.

O mercado operou sob expectativa do detalhamento do fundo soberano, anunciado previamente ontem pelo ministro Guido Mantega (Fazenda). Analistas apontavam como um dos temores correntes no mercado a possibilidade de que o governo usasse esse fundo para influenciar a formação das taxas cambiais.

Por outro lado, profissionais de corretoras apontam que a tendência para a trajetória dos preços ainda é declinante, devido à diferença entre juros brasileiros (11,75% ao ano) e americanos (2,25%). Em paralelo, continuam a circular especulações em torno de uma possível promoção do rating brasileiro (nota de risco de crédito), desta vez, pela agência Fitch.

Em seu leilão de câmbio habitual, o BC aceitou ofertas por R$ 1,6630 (taxa de corte). Até ontem, o nível das reservas internacionais atingiu US$ 197,690 bilhões.

Juros futuros

Na BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros), o mercado futuro de juros, mais uma vez, seguiu a tendência do câmbio, e as taxas para 2009, 2010 e 2011 cederam.

No contrato de janeiro de 2009, a taxa projetada recuou de 13,03% ao ano para 13,02%; no contrato de janeiro de 2010, a taxa projetada caiu de 14,22% para 14,20%; e no contrato de janeiro de 2011, a taxa projetada retraiu de 14,19% para 14,18%.

Comentários dos leitores
Ismar Dias Ferreira (19) 15/12/2009 18h59
Ismar Dias Ferreira (19) 15/12/2009 18h59
Tratar a questão do câmbio como um problema conjuntural, como vem fazendo o Governo, é um equívoco. A atual valorização do real frente ao dólar e outras moedas resulta de uma nova realidade estrutural, ainda em fase de consolidação, que tende a tornar essa valorização ainda mais forte nos próximos anos. Por isso, exige resposta também estrutural. Exige um salto de produtividade por parte do parque produtivo nacional, que permita um reequlíbrio da competitividade de nossos produtos frente aos de nossos parceiros comerciais. Assim, medidas como baixa da taxa de juros, tributação da entrada de recursos estrangeiros, quarentena/pedágio sobre os investimentos especulativos, bem como o aumento sem limites das reservas cambiais do País, tudo isso poderá até surtir algum efeito de curtísssimo prazo, mas são medidas insustentáveis no médio e longo prazo e certamente não resolverão o problema. A (única) saída me parece óbvia, embora não tão fácil de implementar, que é atacar com firmeza e com sentido de urgência a questão do Custo Brasil, com investimentos maciços em infraestrutura, logísitca, educação e tecnologia por um lado e, por outro, com a revisão URGENTE dos nossos modelos/arcabouços tributário, trabalhista e previdenciário. Se isto não for atacado com prioridade máxima e com bastante foco, tudo o mais não passará de ações paliativas, no estilo "enxugar gelo". Mas isso, certamente, é TAREFA PARA O PRÓXIMO GOVERNO, pois que o atual bem pouco avançou nessa agenda! sem opinião
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celso assis (88) 11/12/2009 17h59
celso assis (88) 11/12/2009 17h59
A Bovespa está na maior bolha da história, e não é só devido aos gringos, que por sinal diminuiram sua exposição em novembro,mes em que a bolsa subiu mais de 8%. Neste mes quem aumentou sua participação foram os investidores institucionais, Bancos, e Empresas aqui do Brasil (ao todo aumentaram sua participação em cerca de 6,5% ) . Como se ve alguma coisa não bate com as informações divulgadas pela midia.
Sem dúvida alguem está pondo açucar para chamar os otários.
sem opinião
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Rogério Turchetti (39) 26/11/2009 16h35
Rogério Turchetti (39) 26/11/2009 16h35
O nosso grande "Guru" Financeiro, o Sr. Lula da Silva deveria sair na capa da "Economist" vestido de CROUPIE. Seu governo está patrocinando o maior casino financeiro do mundo atual, bem aqui embaixo das nossas barbas !!!!
Não é a toa que os banqueiros de cá, e mesmo os de "olhinhos azuis", o estão idolatrando tanto.
Enquanto isso, nossa industria está sendo completamente sucateada !!!
Vamos parar com as "mentirinhas" e com a sapiência Marketeira !!!
Acorda Brasil !!!
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