Governo zera impostos para segurar preço do pão
EDUARDO CUCOLO
da Folha Online, em Brasília
O governo anunciou nesta quarta-feira uma série de medidas para tentar segurar a alta do preço do pão. A principal delas é a isenção de PIS e Cofins até o fim do ano para trigo in natura, farinha de trigo e pão francês. Hoje, esses impostos possuem uma alíquota de 9,25%.
Além disso, o governo decidiu baratear o transporte do trigo que vem sendo importado dos Estados Unidos e do Canadá para compensar a falta de importações da Argentina.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o custo do frete cairá 25% com a isenção de uma taxa destinada ao Fundo de Renovação da Marinha Mercante. "É um custo menor no transporte da farinha e do trigo", afirmou.
Por fim, o governo estendeu o prazo para importação de trigo de fora do Mercosul com tarifa zero, que passou de 30 de junho para 31 de agosto.
"São três medidas que vêm no sentido de ampliar a oferta de trigo no mercado brasileiro e reduzir o custo do trigo e do pão francês", afirmou Mantega.
Mantega disse que os produtores de trigo se comprometeram a repassar a queda no custo de produção para o consumidor. Ele lembrou que o pão francês subiu cerca de 25% nos últimos meses.
A estimativa do setor que é o preço da farinha tenha redução de 10% em função das medidas do governo. A farinha representa 70% do preço do pão francês. Representantes do setor, no entanto, prefeririam não estimar o impacto da redução de impostos no preço do pão.
Mantega afirmou que, a partir do segundo semestre, com o início da safra de trigo no Brasil, haverá uma redução maior no preço desses produtos. "Até lá, vamos tomar essas medidas, que deverão reduzir o preço da farinha e do pãozinho."
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Especial


No mundo composto por 6 bilhões de pessoas, 4 bilhões passam com menos de 2 dólares por dia!
A teoria de Malthus foi quebrada, hoje à alimentos para todos, porém o excedente fica nas mãos de poucas pessoas no mundo.
O que está errado? Nada mais do que o sistema! esse sistema concentrador acaba bdneficiando poucas pessoas e excluindo a grande maioria da população. Como diz o economista chileno Max Neef: A economia esta para servir as pessoas e não o contrário.
Temos que parar com essa corrida desenfrada do excedente, e pensar numa solução justa para todos.Renato Ribeiro de Oliveira - 4° ano de Economia - FAC FITO - Osasco - SP - Brasil.
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É lamentável constatar, pois, de acordo com reconhece, aliás, um dos dirigentes da FAO, que a eliminação da fome e da subnutrição dependa tão-só de vontade política.
Salta à evidência, pois, que o homem está se utilizando, de forma equivocada, do livre arbítrio que o ente supremo lhe concedeu, expondo a condições sub-humanas mais de um bilhão de seus semelhantes.
É bem por isso que o Armagedon se aproxima, nisto crendo quem tem olhos de ver e ouvidos de ouvir.
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Se agora, do jeito que está já existem problemas no setor alcooleiro, imaginem então com o preço dos combustíveis oriundos do petróleo de baixo valor.
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