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Dinheiro
16/05/2008 - 15h35

Arábia Saudita eleva produção de petróleo em 300 mil barris

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da Efe, em Riad

A Arábia Saudita elevou sua produção de petróleo em 300 mil barris diários, mas atribuiu a alta dos preços da commodity ao enfraquecimento do dólar e a motivos geopolíticos, e não a uma eventual escassez do produto.

"Devido a pedidos de 50 de nossos clientes, em sua maioria dos EUA, aumentamos nossa produção em 300 mil barris, com o que a produção do reino será em junho próximo de 9,45 milhões de barris diários", disse o ministro do Petróleo saudita, Ali bin Ibrahim al Naimi.

Naimi afirmou que seu país "está disposto a responder aos pedidos de seus clientes, mas eles devem dizer que precisam de mais".

O ministro de Assuntos Exteriores saudita, príncipe Saud al Faisal, expressou uma opinião similar, após confirmar que o assunto foi tratado hoje pelo presidente dos EUA, George W. Bush, e pelo rei saudita, Abdullah bin Abdul Aziz.

"O presidente Bush está preocupado com a economia de seu país, algo que compreendemos e fazemos tudo o que podemos para acalmar a inquietação mundial (...) Se há necessidade de um aumento em nossa produção, responderemos. Deve ter clientes que o peçam", disse Faisal.

Tanto ele como o titular de petróleo evitaram se referir a um aumento da produção por parte da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e procuraram falar apenas da política petrolífera do reino, que possui aproximadamente uma quarta parte dos recursos petrolíferos do mundo.

Comentários dos leitores
JUAN LUIS SCHENONE (1) 05/07/2009 01h50
JUAN LUIS SCHENONE (1) 05/07/2009 01h50
Porque a Petrobras nao aproveita e compra parte da YPF?
Mais cedo ou mais tarde alguem vai ter que buscar petroleo nas aguas da Argentina e o Brasil deveria estar nesse negocio.
sem opinião
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Manoel Matos (1) 19/06/2009 20h46
Manoel Matos (1) 19/06/2009 20h46
Entendo que o marco regulatório do pré-sal é um assunto delicado, mas por outro lado não deveria haver demasiada demora. A rapidez pode gerar confiança aos investidores e parceiros no projeto.
A independência energética do nosso país no atual momento de crise é crucial para atrair novos investimentos e gerar mais empregos.
Um outro ponto fundamental é não fazer desse projeto e da Petrobras um motivo de batalha política entre partidos de oposição.
Agora é o momento de deixar de lado qualquer divergência política e pensar no Brasil.
Quanto á demora da transnordestina, penso que é fundamental apoiar a CSN no projeto; e mais uma vez pensar em nosso país. Nosso grande país do presente e do futuro.
Espero que os dirigentes e todos envolvidos possam entender a mensagem e agir com a mais boa vontade de fazer as coisas acontecerem.
4 opiniões
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sérgio dourado (188) 18/06/2009 14h03
sérgio dourado (188) 18/06/2009 14h03
O governo está com mais uma das portas de um grande destino para o Brasil. Espero que se pense no país,quando se explorar a imensa quantidade de óleo na camada pré-sal. Pois já que não temos pessoas competentes no comando do país,que pense estrategicamente seu destino,a natureza vai nos provendo dos bens materiais para se atingir o ponto mais alto no desenvolvimento sustentável. Resta-nos pessoas que pensem o petróleo,por exemplo,não somente como um produto de exportação,mas como vetor de crescimento da economia como um todo,baixando impostos que incide sobre um produto que temos autosuficiência clara,devido aos potenciais dos campos petrolíferos descobertos,e também pelas reservas de gás que a mesma Petrobras dispõe em solo brasileiro. Somos talvez o único país que pode contar com uma grande matriz energética renovável,no caso do biocombustível,ao passo que a Inglaterra dispõe de somente 4% de matriz energética renovável. No Brasil esse percentual se eleva para mais de 40%.Somos uma potência em níveis energéticos e de produção de proteína vegetal e animal. A grande capacidade do país em produzir alimentos,energia,somente pode precisar de pessoas mais qualificadas e tecnologias mais avançadas:assim o Brasil não terá o que temer. A pauta de exportação do país vai do grão de soja,ao avião.Portanto,podemos e devemos avançar mais do que os outros países,ainda mais a China,Rússia e Índia,nos parceiros e ao mesmo tempo, competidores, diretos. Chega de atos secretos e corrução.. 16 opiniões
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