Bush diz que aumento da produção de petróleo não vai diminuir preços
da Efe, em Sharm el-Sheikh (Egito)
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse hoje no Egito que o aumento da produção de petróleo por parte da Arábia Saudita não é suficiente para baixar os preços, e quer buscar novas reservas em seu país.
Depois de se reunir com o presidente afegão, Hamid Karzai, na cidade litorânea egípcia de Sharm el-Sheik, Bush disse à imprensa que o aumento da produção de petróleo na Arábia Saudita em 300 mil barris por dia "não é suficiente".
"Nosso problema nos EUA será resolvido se apostarmos de forma exaustiva na prospecção de novas reservas nacionais, na capacidade de refinar, na promoção da energia nuclear, e se continuarmos nossa estratégia para o desenvolvimento de energias alternativas", acrescentou.
Bush minimizou desta forma a recusa do rei saudita, Abdullah bin Abdulaziz, em aumentar a produção de petróleo para frear a alta dos preços.
O presidente americano chegou esta manhã a Sharm el-Sheikh, na Península do Sinai, na última escala de sua viagem pelo Oriente Médio.
Bush se reuniu com o presidente egípcio, Hosni Mubarak, com Karzai, e deve fazer o mesmo, esta tarde, com o líder da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas.
Bush explicou à imprensa que vai transmitir ao líder da ANP seu apoio ao processo de paz com Israel, o que será destacado em seu discurso de abertura do Fórum Econômico Mundial, amanhã.
"Deixarei claro que podemos conseguir um estado (palestino) definido antes do fim do meu mandato (em janeiro do ano que vem), e que trabalharemos com esse objetivo", apontou Bush.
A imprensa egípcia atacou duramente o chefe de Estado americano por não ter se referido ao processo de paz em sua recente visita a Israel, onde, em discurso na Knesset (Parlamento), disse que os EUA são os "amigos mais próximos" do Estado judeu.
A porta-voz da Casa Branca, Dana Perino, explicou que o presidente centrou seu discurso na relação dos EUA com Israel, já que este país celebrava o 60º aniversário de sua criação.
Ela acrescentou que Bush pedirá amanhã aos países árabes um maior envolvimento "não só com palavras" em sua ajuda à ANP.
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Agora sim que a Venezuela, do Chávez doidão, vai para o buraco de uma vez.
Eles ao contrário do resto mundo estão entrando em profunda recessão, só agora.
Haviam conseguido se segurar pelas tabelas, graças ao petróleo.
Com a queda no valor do principal e único produto gerador de divisas de lá, e com apagões constantes e falta crônica de produtos de primeira necessidade acontecendo, a Venezuela pode estar entrando em franca bancarrota.
Seria o fim dos bolivarianos...
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EU QUERO SER O CANDIDATO PÓS-LULA E NÃO O ANTI-LULA. E mais uma declaração assim : O PRESIDENTE LULA SERÁ LEMBRADO PELO POVO BRASILEIRO DURANTE 100 ANOS. E já repetiu várias vezes ( quase todos os dais ) que não aceita ser candidato a vice numa chapa com o Governador José Serra. Ou seja, besta ele não é. Iria correr um risco enorme de ficar sem nada e portanto segundo ele, ou será candidato do partido a presidente ou será candidato ao senado. Está novo e tem muito tempo para se candidatar em 2.014 ou em 2.018.
E o governador José Serra ? Ah, esse aí vai empurrando com a barriga a sua decisão sobre o caminho a tomar. Ele está numa tremenda saia justa porque não sabe como dizer ao partido que não será candidato a presidente da república, mas que irá tentar a reeleição ao governo de São Paulo. Outro que não é nada besta. E assim vai seguindo um partido sem discurso, sem rumo, sem projetos e também sem candidatos para as eleições de 2.010. Eta desgraceira. O mais curioso é que, não só o Gov. Aécio Neves em entrevista ao João Dória Jr. como também outros politicos do partido dizerem que não podem deixar de jeito nenhum que, na campanha de 2.010, os governistas façam as comparações entre o atual governo e o do Sr. Fernando Henrique. Mas isso já está decidido e não existe lei no Brasil que proiba essa campanha. E a coisa vai ficando cada vez mais preta.
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