Petróleo fecha em recorde de US$ 129 com preocupação sobre oferta
da Folha Online
A cotação do barril de petróleo em Nova York encerrou a sessão desta terça-feira em nível recorde, acima dos US$ 129, barreira superada pela primeira vez hoje. O preço foi pressionado pela desvalorização do dólar, que continua na raiz da alta do preço da commodity, e o temor acerca do descompasso entre oferta e demanda.
O barril para entrega em junho (cujos contratos expiraram hoje, um dos motivos que pressionaram a alta) terminou cotado a US$ 129,07, alta de US$ 2, na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York) --o valor máximo atingido hoje, durante o pregão, foi de horário foi US$ 129,60.O barril para entrega em julho (próximo contrato de referência) encerrou cotado a US$ 128,98, alta de US$ 2,18.
O petróleo Brent, referencial na Europa, também bateu hoje um novo recorde no mercado de futuros de Londres, ao atingir US$ 128,07 por barril, valor US$ 3,01 mais caro que no fechamento de segunda-feira, mas encerrou na casa dos US$ 127.
| David Zalubowski/AP |
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| Poço de petróleo nos EUA; barril teve alta e superou os US$ 129 em Nova York |
Coincidentemente, o petróleo beirou os US$ 130 no mesmo dia em que o Departamento do Trabalho dos EUA informou que o PPI (Índice de Preços ao Produtor, na sigla em inglês) subiu 0,2% em abril, contra um avanço de 1,1% em março. O núcleo dos preços (que exclui as categorias de alimentos e energia), no entanto, teve alta de 0,4% --o dobro do previsto pelos analistas.
A escalada de alta do petróleo é vista, especialmente, como conseqüência da insegurança gerada entre os investidores sobre a provisão a partir de países produtores. Teme-se que eles não consigam fazer frente à demanda, especialmente da China, que em plena contagem regressiva para os Jogos Olímpicos, aumentou seu consumo energético interno.
Jim Ritterbusch, presidente do setor de negociação de petróleo da Ritterbusch & Associates, disse à Associated Press que a alta dos preços é baseada na forte demanda, principalmente da Ásia, e no enfraquecimento do dólar frente ao euro, o que faz a commodity ficar "mais barata" e atrair mais investidores.
O analista Edward Meir, da MF Global, disse à agência de notícias Reuters que uma ligeira desaceleração na demanda por petróleo nos EUA está sendo ofuscada pela disparada na procura pela commodity nos países asiáticos. "Tudo isso sugere que o quadro do mercado petrolífero deve permanecer em grande parte inalterado", disse.
Ontem, o presidente da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), Chabik Khelil, considerou improvável um aumento de produção pelos países-membros na reunião regular do grupo em setembro. "Não penso que haverá uma decisão [da Opep] de elevar sua produção", disse.
Ele considerou ainda apenas simbólico o aumento de 300 mil barris diários efetuado pela Arábia Saudita na sexta-feira (16).
O governo saudita decidiu atender pedidos de clientes e elevar sua produção. "Devido a pedidos de 50 de nossos clientes, em sua maioria dos EUA, aumentamos nossa produção em 300 mil barris, com o que a produção do reino será em junho próximo de 9,45 milhões de barris diários", disse o ministro do Petróleo saudita, Ali bin Ibrahim al Naimi.
Soma-se a isso confrontos entre grupos armados e forças de segurança e sabotagens que vêm prejudicando a produção petrolífera da Nigéria, um dos principais produtores do mundo, o que preocupa o atendimento da demanda pelo óleo.
Por fim, os investidores também consideram a previsão do investidor americano T. Boone Pickens, de que o petróleo sairá a US$ 150 o barril ainda neste ano. O banco norte-americano Goldman Sachs estima que o barril de petróleo atinja o preço de US$ 141 no segundo semestre deste ano.
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Agora sim que a Venezuela, do Chávez doidão, vai para o buraco de uma vez.
Eles ao contrário do resto mundo estão entrando em profunda recessão, só agora.
Haviam conseguido se segurar pelas tabelas, graças ao petróleo.
Com a queda no valor do principal e único produto gerador de divisas de lá, e com apagões constantes e falta crônica de produtos de primeira necessidade acontecendo, a Venezuela pode estar entrando em franca bancarrota.
Seria o fim dos bolivarianos...
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EU QUERO SER O CANDIDATO PÓS-LULA E NÃO O ANTI-LULA. E mais uma declaração assim : O PRESIDENTE LULA SERÁ LEMBRADO PELO POVO BRASILEIRO DURANTE 100 ANOS. E já repetiu várias vezes ( quase todos os dais ) que não aceita ser candidato a vice numa chapa com o Governador José Serra. Ou seja, besta ele não é. Iria correr um risco enorme de ficar sem nada e portanto segundo ele, ou será candidato do partido a presidente ou será candidato ao senado. Está novo e tem muito tempo para se candidatar em 2.014 ou em 2.018.
E o governador José Serra ? Ah, esse aí vai empurrando com a barriga a sua decisão sobre o caminho a tomar. Ele está numa tremenda saia justa porque não sabe como dizer ao partido que não será candidato a presidente da república, mas que irá tentar a reeleição ao governo de São Paulo. Outro que não é nada besta. E assim vai seguindo um partido sem discurso, sem rumo, sem projetos e também sem candidatos para as eleições de 2.010. Eta desgraceira. O mais curioso é que, não só o Gov. Aécio Neves em entrevista ao João Dória Jr. como também outros politicos do partido dizerem que não podem deixar de jeito nenhum que, na campanha de 2.010, os governistas façam as comparações entre o atual governo e o do Sr. Fernando Henrique. Mas isso já está decidido e não existe lei no Brasil que proiba essa campanha. E a coisa vai ficando cada vez mais preta.
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