Crise dos alimentos pesa mais sobre 22 países, diz ONU
da Folha Online
A atual crise mundial dos alimentos coloca em situação particularmente perigosa 22 países, segundo relatório da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação), divulgado nesta quarta-feira.
O documento classifica esses países como vulneráveis à crise devido aos problemas de fome crônica, que são ainda forçados a importar comida e combustíveis.
A Eritréia, segundo a FAO, tem 75% de sua população sofrendo com subnutrição, seguido por Burundi (66%), ilhas Comores (60%), Tadjiquistão (56%) e Libéria (50%). O Haiti tem 46% de sua população nessa situação. Com exceção do Tadjiquistão e da Coréia do Norte, todos os outros países importam 100% do petróleo que utilizam (os dois países importam 99% e 98% respectivamente do petróleo que utilizam).
O relatório --preparado para a conferência sobre a segurança alimentar mundial em Roma (Itália), programada para a próxima semana-- diz ainda que o mundo precisa se preparar para mais aumentos expressivos e mais volatilidade no mercado mundial. "Esperamos que os líderes que vierem a Roma concordem com as medidas urgentes que são necessárias para impulsionar a produção agrícola", disse o diretor-geral da FAO, Jacques Diouf.
A FAO considera que o encontro em Roma irá oferecer a "oportunidade histórica" de relançar a luta contra a fome e a pobreza, além de dar fôlego à produção agrícola nos países pobres.
O documento da organização ressalta a "fragilidade do equilíbrio entre o fornecimento mundial de alimentos e as necessidades das pessoas".
Veja a seguir a lista dos 22 países que podem sofrer mais os efeitos da crise mundials dos alimentos
- Eritréia
- Burundi
- ilhas Comores
- Tadjiquistão
- Serra Leoa
- Libéria
- Zimbábue
- Etiópia
- Haiti
- Zâmbia
- República Centro-Africana
- Moçambique
- Tanzânia
- Guiné-Bissau
- Madagáscar
- Malawi
- Camboja
- Coréia do Norte
- Ruanda
- Botsuana
- Níger
- Quênia
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Aqui no Brasil, podem esquecer.
Sem chance...
Ao menos se continuarem os atos de organizações tipo MST, que invadem, destroem e queimam lavouras, com nossas autoridades assistindo á tudo, imersas no mais profundo e nojento silêncio constrangedor, não vai ter produção suficiente não.
Estamos deixando de ser uma nação do agronegócio, e nos tornando uma republiqueta especializada no "agroterror"...
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