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Dinheiro
29/05/2008 - 09h46

Banco Mundial prepara fundo de US$ 200 mi contra crise alimentar

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da France Presse
da Folha Online

O Banco Mundial vem trabalhando na criação de um fundo de até US$ 200 milhões para enfrentar a crise alimentar, que ameaça vários países em desenvolvimento, informaram nesta quarta-feira (28) fontes ligadas ao tema, segundo a agência de notícias France Presse.

O fundo deve ser examinado hoje, pelo conselho de administração do banco, segundo uma fonte ouvida pela agência, que participou recentemente de uma reunião com o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick.

O valor do fundo, discutido menos de uma semana antes da conferência internacional sobre a crise alimentar, em Roma, não foi citado na reunião, disse uma das fontes, que pediu para não ser identificada.

Já outra fonte revelou que o valor pode chegar a US$ 200 milhões.

Segundo o plano, assim que o fundo for aprovado, os vice-presidentes regionais terão fácil acesso ao dinheiro, sem a necessidade de apresentar ao Conselho de Administração caso por caso, explicou uma das fontes.

No último dia 14, a vice-presidente do banco, Pamela Cox, disse que os preços dos alimentos continuarão altos pelo menos nos próximos sete ou oito anos.

"O problema dos preços elevados dos alimentos não vai desaparecer nos próximos sete ou oito anos. É preciso aumentar a produção" para resolver esse problema, declarou Cox. "Para que os preços dos alimentos caiam, é preciso finalizar a Rodada Doha, da Organização Mundial do Comércio e desenvolver um mercado mais competitivo".

Para ela, o aumento dos preços dos alimentos no mercado mundial tem como principais motivos o aumento da demanda em países como China e Índia e o incentivo à produção de biocombustíveis, sobretudo os derivados do milho.

Comentários dos leitores
José Alberto (233) 11/12/2009 13h13
José Alberto (233) 11/12/2009 13h13
Vejam bem politicos e corruptos, não tem diferença,essa merkel está de olho só no nosso petroleo e nada mais, pois quem tocou no assunto de bio combustiveis foi olulala e não ela ela não quer nem saber....disso... sem opinião
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Sebastião Vicentim (59) 16/11/2009 16h18
Sebastião Vicentim (59) 16/11/2009 16h18
Muito alarido, pelo diretor da FAO. ele está fazendo o seu papel. Agora... previsão para 2050 (daqui 40 anos). Será que esse diretor ou os especialistas se lembram do que seria necessário fazer, em 1968 em relação à fome no mundo? Em 40 anos, quais países ainda serão emergentes? É realmente problema de vontade política e de se ensinar e dar condições de "pescar" e não de dar o peixe já frito a esse segmento faminto da sociedade. Soluções estão à mostra a todo momento e para todo mundo. Uma delas é a transferência de tecnologia. Com tanta boa vontade que notamos em nossos líderes mundiais, não seria difícil um consórcio onde se ensinaria e proveria de boa infra-estrutura, de forma eficiente e eficaz, o cultivo, a produção, consumo de alimentos, erradicando a fome no mundo. Medidas nesses moldes não são para 2040, 2050 e sim pra já. A FAO deveria atuar em idéias semelhantes, em reunir nações realmente empenhadas em ajudar o povo faminto desse planeta e não em fazer considerações do que esse ou aquele País deve fazer. sem opinião
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O Pacificador (266) 16/11/2009 13h40
O Pacificador (266) 16/11/2009 13h40
"Países emergentes precisam dobrar produção de alimentos até 2050..."
Aqui no Brasil, podem esquecer.
Sem chance...
Ao menos se continuarem os atos de organizações tipo MST, que invadem, destroem e queimam lavouras, com nossas autoridades assistindo á tudo, imersas no mais profundo e nojento silêncio constrangedor, não vai ter produção suficiente não.
Estamos deixando de ser uma nação do agronegócio, e nos tornando uma republiqueta especializada no "agroterror"...
28 opiniões
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