Nota da Fitch abre janela muito maior para investimentos, diz economista
VINICIUS ALBUQUERQUE
da Folha Online
A obtenção pelo Brasil de mais uma classificação de "investment grade" (grau de investimento), desta vez pela agência de classificação de risco Fitch Ratings, abre para o país uma "janela muito maior" para investimentos externos, disse nesta quinta-feira o economista-chefe da Ágora Corretora, Álvaro Bandeira.
Segundo ele, a nota da Fitch é "super importante" para o Brasil, e fica agora faltando "apenas uma" classificação de grau de investimento --a da agência Moody's. "A nota [da Fitch] é super importante, pois abre uma janela muito maior para, por exemplo, IPOs, fusões e aquisições", disse
A classificação da Moody's, no entanto, deve demorar um pouco para sair, segundo Bandeira. "A [nota da] Moody's demora um pouco mais, as outras duas agências estavam mais adiantadas em sua avaliação sobre o Brasil", afirmou.
Ele avalia ainda que o país agora também deve caminhar para uma redução de juros, ainda que no curto prazo o país ainda tenha de lidar com a inflação.
Mesmo que a economia mundial esteja no momento diante de um cenário de crise, que afetou os mercados financeiros, além de problemas como a disparada do petróleo e a alta da inflação, o grau de investimento é positivo para o Brasil, avaliou Bandeira.
A Fitch Ratings elevou hoje a nota do Brasil de "BB+" para "BBB-", o que coloca o país no grupo dos países grau de investimento, desta vez pelo viés desta agência de classificação de risco. O anúncio da Fitch confirma a promoção do rating brasileiro anunciada no final de abril pela agência Standard & Poor's, que foi a primeira a chancelar o país como bom pagador.
"A alta do rating reflete uma melhora dramática das balanças pública e externa do Brasil, que tem reduzido a vulnerabilidade brasileira ante os choques externos e cambiais e fortifica a estabilidade econômica e reforça suas previsões de crescimento de médio prazo", disse a agência em seu comunicado.
O grau de investimento é a classificação dada pelas agências de rating a países com poucas chances de deixar de honrar suas dívidas. Com a nota, o Brasil poderá receber recursos de grandes fundos internacionais que só têm autorização para investir em mercados que já conquistaram essa chancela de bom pagador.
Quase uma semana após o anúncio da Standard & Poor's, a Fitch confirmou que o seu rating do Brasil estava sob reavaliação, após a imprensa noticiar que a equipe principal de analistas visitou o país e teve contato com autoridades governamentais. "O rating soberano do Brasil está sob revisão ativa", afirmou a agência, através de uma nota à imprensa.
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DEBELASTES O MOSTRO DA INFLAÇÃO COM SABEDORIA E COMPETÊNCIA...
SEMEATES O SOLO, PARA QUE OS QUE VIESSEM DEPOIS DE TI, PLANTASSEM COM A MESMA COMPETÊNCIA AS SEMENTES PARA QUE ,APROVEITANDO-SE DO CENÁRIO ECONOMICO INTERNACIONAL FAVORÁREL, ALACANCASSEMOS UM CRESCIMENO DIGNO COM AS OPORTUINIDADES...
MAS, ALEM DE NADA DISSO ACONTECER, ESTAO RESCUSSITANDO O MOSTRO DA INFLAÇÃO...
MAS OS ESCÂDALOS, A PTZADA ALOPRADA FOI MUITO COMPETENTE...
FAZER O QUE NE?
DA PRA COMPARAR???
QUE DESGRAÇA!
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Por que chegamos num determinado ponto em que só o radicalismo poderá reduzir: as mordomias, as gastanças dos cartões corporativos, os auto-aumentos de salários, as milionárias verbas de campanha, os mensalões, os PACs eleitoreiros indiscriminados, os impostos e os juros absurdos, a destruição da Amazônia, o amor promíscuo de Lula com Hugo Chavez e Morales, as super-verbas de campanha, os cofres-cuecas dos professores de pós-doutorado do PC Farias e do Collor, os relatórios confidenciais governamentais usados como armas de intimidação, as barganhas de cargos públicos, dos conchavos entre partidos para votações tipo CPMF/CSS e mais outras centenas de absurdos.
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