Petrobras defende contratos de partilha de produção para o pré-sal
LORENNA RODRIGUES
da Folha Online, em Brasília
O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, defendeu nesta terça-feira a criação de contratos de partilha de produção para a exploração do petróleo na região conhecida como pré-sal. Nesse caso, o petróleo extraído é dividido com o governo em quantidades pré-acordadas.
Atualmente no Brasil, a exploração é feita por contratos de concessão, onde as empresas pagam ao governo royalties e uma participação especial que varia de acordo com o tamanho dos blocos. Para Gabrielli, o governo deveria permitir diferentes tipos de contratos de acordo com a área explorada. Para o pré-sal, onde o risco de não encontrar petróleo em grande quantidade é pequeno, o presidente defende a partilha.
"Defendo o contrato de partilha de produção porque ele dá mais instrumento para o governo para ajustar sua política no futuro. A partilha exige uma serie de ações durante a operação que dá ao governo um poder de interferência na produção que o contrato de concessão não dá", completou.
Segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo), os contratos de partilha exigem que a União estabeleça uma entidade estatal para contratar as empresas que vão explorar o petróleo. Gabrielli disse que a decisão sobre que entidade seria essa é do governo e não quis responder se poderia ser a própria Petrobras, mas criticou a hipótese de criação de uma nova estatal.
"Não é a melhor solução para o país ter uma nova empresa estatal, já que a Petrobras é controlada pelo governo e uma empresa estatal vai precisar de equipe, de tecnologia, de investimentos. Eu não vejo isso como uma boa alternativa, mas não compete à Petrobras decidir isso", afirmou.
ANP
Já o presidente da ANP, Haroldo Lima, defendeu um aumento na participação especial a que o governo tem direito. Ele lembrou que isso pode ser feito por decreto, sem passar pelo Congresso Nacional, e que uma modificação na lei --para criar contratos de partilha, por exemplo-- demoraria muito.
"Uma lei dessa importância aqui no Congresso Nacional não pode ser alterada em pouco tempo. Nós vamos truncar o processo de exploração a curto prazo", disse.
Lima disse que uma atualização na participação especial deve ser feita independentemente da solução encontrada para os blocos do pré-sal.
"A atualização desse decreto é urgente e indispensável. A ANP já estuda uma adaptação não só levando em conta o volume, mas também a rentabilidade", afirmou.
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Agora sim que a Venezuela, do Chávez doidão, vai para o buraco de uma vez.
Eles ao contrário do resto mundo estão entrando em profunda recessão, só agora.
Haviam conseguido se segurar pelas tabelas, graças ao petróleo.
Com a queda no valor do principal e único produto gerador de divisas de lá, e com apagões constantes e falta crônica de produtos de primeira necessidade acontecendo, a Venezuela pode estar entrando em franca bancarrota.
Seria o fim dos bolivarianos...
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EU QUERO SER O CANDIDATO PÓS-LULA E NÃO O ANTI-LULA. E mais uma declaração assim : O PRESIDENTE LULA SERÁ LEMBRADO PELO POVO BRASILEIRO DURANTE 100 ANOS. E já repetiu várias vezes ( quase todos os dais ) que não aceita ser candidato a vice numa chapa com o Governador José Serra. Ou seja, besta ele não é. Iria correr um risco enorme de ficar sem nada e portanto segundo ele, ou será candidato do partido a presidente ou será candidato ao senado. Está novo e tem muito tempo para se candidatar em 2.014 ou em 2.018.
E o governador José Serra ? Ah, esse aí vai empurrando com a barriga a sua decisão sobre o caminho a tomar. Ele está numa tremenda saia justa porque não sabe como dizer ao partido que não será candidato a presidente da república, mas que irá tentar a reeleição ao governo de São Paulo. Outro que não é nada besta. E assim vai seguindo um partido sem discurso, sem rumo, sem projetos e também sem candidatos para as eleições de 2.010. Eta desgraceira. O mais curioso é que, não só o Gov. Aécio Neves em entrevista ao João Dória Jr. como também outros politicos do partido dizerem que não podem deixar de jeito nenhum que, na campanha de 2.010, os governistas façam as comparações entre o atual governo e o do Sr. Fernando Henrique. Mas isso já está decidido e não existe lei no Brasil que proiba essa campanha. E a coisa vai ficando cada vez mais preta.
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